O Senhor Justiça Nossa (J.C.Ryle)

RYLE-castelo forte-senhor justica nossa-coverSermão pregado por

J.C. Ryle

1° bispo da diocese da Igreja da Inglaterra em Liverpool

E publicado como o 7° capítulo de “A Carreira Cristã”

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“Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este será o seu nome, com o qual Deus o chamará: O SENHOR JUSTIÇA NOSSA.  Jeremias 23:6″.

O tempo é curto. Mais um pouco, e o Senhor Jesus virá em Sua glória. O julgamento será estabelecido e os livros serão abertos. “E todas as nações serão reunidas diante dele”. “Para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal”. Os maiores segredos de todos os corações serão revelados; “e os reis da terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo o servo, e todo o livre” juntos comparecerão perante o tribunal, e verão uns aos outros face a face, e um a um prestará contas de si a Deus diante de todo o mundo. Está escrito, e portanto, é verdadeiro e certo que acontecerá. E o que cada um de vocês pretende dizer naquela hora? Qual defesa você preparou para fazer? Que resposta você propõe dar? Qual causa você apresentará do porquê a sentença não deveria ser pronunciada contra ti? Continue lendo

O Que Você Pode Saber? (J.C.Ryle)

castelo-forte-Ryle-o que vc pode saber-CAPATratado escrito pelo bispo

J.C.Ryle

1° bispo da diocese da Igreja da Inglaterra em Liverpool

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“Poderás descobrir as coisas profundas de Deus, ou descobrir perfeitamente o Todo-Poderoso? Como as alturas do céu é a sua sabedoria; que poderás tu fazer? Mais profunda é ela do que o Seol; que poderás tu saber?” Jó 11-6-8

 

Essas surpreendentes palavras vieram dos lábios de Zofar, o naamatita, um dos três amigos que chegaram para confortar o patriarca Jó em sua aflição. Esses homens respeitáveis, sem dúvida, possuíam boas intenções; e uma compaixão merecedora de todo elogio em um mundo frio e insensível. Porém eles não entenderam completamente o caso diante deles, antes provaram ser “médicos que não valem nada”. Eles apenas irritaram o pobre sofredor, acrescentando isso aos seus problemas. Não obstante, é inegável que eles falaram coisas sábias e excelentes, e a passagem que dirige este trabalho é uma delas. Continue lendo

LUTO: Faleceu o irmão Allan Román, tradutor dos sermões de Spurgeon ao espanhol

062 2Armando Marcos, fundador e editor de Projeto Spurgeon

Disse-lhe Jesus: Teu irmão há de ressuscitar. Disse-lhe Marta: Eu sei que há de ressuscitar na ressurreição do último dia. Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá; E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto? João 11:23-26

Hoje ao entrar no site que é a fonte dos sermões em espanhol de nosso Projeto e o site que o Senhor usou para nos inspirar na criação desse trabalho, deparei-me com uma tarja de luto na entrada principal do site, e nem precisava entrar para saber o que era. O irmão Allan Roman finalmente passou ao Senhor no último dia 7 de novembro; traduzi o informe do site (você pode ler logo depois de meu texto abaixo, em vermelho)

Eu não lembro como nem quando eu pela primeira vez tive contato com o material de Spurgeon traduzido ao espanhol pelo irmão Allan, eu só lembro que foi lá por 2008. Naqueles tempos, eu estudava as doutrinas da graça por meio de livros que eu ganhará meses antes em espanhol de Calvino e Ryle, e lutava comigo nas minhas incompreensões da fé verdadeira. E quando comecei a ler, e especialmente ouvir as narrações dos sermões traduzidos pelo próprio Allan, o Senhor usou imensamente esses sermões e textos de Spurgeon em espanhol para que eu pudesse ver e entender com clareza o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo. Depois de algum tempo, buscando fazer algo consistente e ordenado ao Senhor, para contribuir com a edificação da igreja e pensando no evangelismo, em 2009 passei a traduzir trechos e pedaços de sermões do site do irmão Allan, e com base nessas traduções criei o Projeto Charles Spurgeon, hoje Projeto Spurgeon – proclamando a CRISTO crucificado.

Logo, entrei em contato com o irmão Allan por email e pelos comentários do blog dele (fui procurar, eu falei com ele pelo blog em 1° de junho de 2009, hehe), e pedi autorização formal do irmão Allan para tradução dos sermões e textos de seu site para o português no Projeto Spurgeon, que eu apresentei para ele. Ele sempre gentil me concedeu a permissão e me encorajou nesse trabalho de levar os textos de Spurgeon ao português. Futuramente ele ainda me concedeu permissão formal de publicação das nossas traduções em formato impresso, mandando-me até mesmo sua assinatura para isso. Eu nunca falei com o irmão pessoalmente, mas sempre gostei dele, e sempre que eu podia me comunicava com ele via email, via blog, mandando e-mails sempre no Natal desejando feliz Natal e ano novo, e sempre que possível pedindo ajuda e informações. O Senhor usou o irmão Allan de várias maneiras positivas para o fortalecimento da minha fé.

Quando eu soube da doença dele, fiquei triste pensando que possivelmente um dia o trabalho dele em traduzir textos do Spurgeon ao espanhol um dia acabaria, e que principalmente um dia cessaria as narrações dos sermões que ele fazia. Hoje fiquei sabendo que o que para mim sempre será de alguma forma torta “a voz do Spurgeon pregando” finalmente agora está cantando louvores diante do Senhor da glória que ele tanto serviu.

Mas o Senhor usou poderosamente a vida de Allan, certamente MILHÕES de irmão de língua espanhola foram beneficiados pelo seu trabalho, como continuarão a ser pela herança do trabalho que deixou: o irmão Allan traduziu 574 sermões de Spurgeon, e desses narrou 539.  Seu trabalho chegou mais longe do que ele poderia supor, o Projeto Spurgeon é fruto de seu trabalho, e se hoje temos mais de 100 sermões traduzidos por nós, e bem como os textos traduzidos ao português pelo irmão Carlos António da Rocha em Portugal no blog http://no-caminhodejesus.blogspot.com.br/ e pelos irmão Willian e Camila pelo site Estandarte de Cristo, e diversos sermões que foram narrados pelo irmão Josemar Bessa fruto de nossas traduções, o impacto e benção que o Senhor tenham ministrado para Seu povo e salvando pecadores, e tantos outros que talvez eu nem saiba em português, são frutos direto e inderetos da obra que um dia esse irmão nicaraguense lá da Iglesia Bautista de la Gracia na Cidade do México um dia se propôs ao Senhor.

Fico triste pela notícia do falecimento, pois mesmo que eu nunca tenha visto e conversado pessoalmente, o irmão Allan por seu trabalho , testemunho e ensino teve um profundo impacto em minha vida. Fiquei triste pois faleceu um daqueles maiores heróis da fé, daqueles que lutaram pelo Senhor de forma quase anônima, mas que abasteceram as trincheiras da batalha do Senhor com suprimentos divinos que o Senhor lhe capacitou a nos entregar. Sempre o considerei um irmão querido e sua igreja e seu pastor no México, Thomas Montgomery, minha igreja na cidade do México. Mas também fico alegre, pois agora junto com o irmão Spurgeon, ele está diante do Senhor, descansando de suas obras, à espera do dia em que o Senhor venha e, na manhã da ressureição, todos nós juntos louvaremos ao Senhor da seara que nos deu esse companheiro para servir a essa geração espalhada por diversas partes do mundo. Espero o dia em que poderei junto com o irmão Allan louvar ao Senhor por sua obra. Ao Senhor toda glória.

Há 7 anos tenho combatido com a enfermidade, e não me canso de dizer que foram os 7 anos mais felizes de minha vida. vi a providência de deus trabalhando em minha vida de uma maneira palpável e viva. A providência sempre atua assim, porém não a vemos, estamos cegos, mas quando estamos enfermos, nos caem as vendas dos olhos e vemos com maior claridade” – Allan Román.

FONTE: http://www.spurgeon.com.mx/Requiem_AllanRoman.html

Informamos que o irmão Allan Román já se encontra com nosso Senhor. Sua luta de 8 anos contra o câncer terminou no dia 7 de novembro de 2014. O site www.spurgeon.com.mx  é um exemplo do trabalho que o irmão Allan dedicou durante nesse tempo em traduzir sermões de Charles Spurgeon. Deus lhe deu força para traduzir 574 sermões, grande parte deles traduzidos já sob os efeitos de sua enfermidade, buscando unicamente que o povo tivesse uma ferramenta a mais para aproximar-se da Sua Palavra. Esse trabalho é unicamente o resultado de sua inquebrantável fé no Senhor.

“Meu trabalho é concluído, e me deito para morrer

Cansado e desgastado pela viagem, anelo descansar;

Dê só a palavra, Amado Senhor, e eu voarei,

Como pomba deixada em liberdade, para aninhar em Teu peito

‘Ainda não, meu filho. Espera um pouco mais,

Eu quero que vigie em oração às porta da glória”.

 

Porém, Senhor, não tenho forças para velar nem para orar,

Meu espírito está entorpecido e se perturba meu olhar;

 

E irei entristecer Teu amor desperto, como o fizeram

Os que no jardim dormiram, naquela noite pascal.

“Filho meu, eu preciso de sua debilidade, cada hora

Para manifestar em Mim, que sua debilidade é poder”

 

Não é por mim mesmo que faço essa petição,

Seres amados, por mim, perdem o desabrochar sem par de vida;

E ternos, pacientes, sem queixas, silenciosos,

Desgastam seu gozo em meu aposento escuro.

“Basta, filho meu; eu necessito se seu amor a ti;

Ao redor de seu leito, eles ministram a Mim”.

 

É suficiente, amado Senhor, sim, Amém;

Não soltarei mais nenhum murmuro nem objeção;

Só completa Tua obra em mim, e então,

Chama-me, e pede-me que responda “eis-me aqui”

“Filho meu, o sinal que esperava foi dado

Sua obra está terminada, agora eu preciso de você no céu”.

Poema incluído por Charles Haddon Spurgeon no sermão 3125 “O Temor da Morte”.

A Regeneração (George Whitefield)

capa rossello 1Um sermão pregado pelo

Reverendo

George Whitefield

“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo”. 

2 Coríntios 5:17

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A doutrina da nossa regeneração, ou o novo nascimento em Cristo Jesus, embora seja uma das doutrinas mais fundamentais da nossa santa religião, e embora tenha sido tão claramente e muitas vezes enfatizada nos escritos sagrados, de sorte “que aquele que passa correndo ainda assim possa ler“, e embora seja a própria articulação na qual a salvação de cada um de nós se firma e um ponto em que todos os cristãos sinceros, de todas as denominações, estão de acordo, no entanto, é tão raramente considerada e tão pouco experimentalmente entendida pela maioria dos que a professam, que quem seríamos nós para julgar a veracidade disso pela experiência da maioria dos que se dizem cristãos, nós devemos estar aptos a imaginar que não temos “ainda ouvido ” se há alguma coisa como a regeneração ou não. Continue lendo

Fé e Arrependimento Inseparáveis – Spurgeon

coverNº 460

Sermão pregado na manhã de Domingo, 13 de julho de 1862

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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“Arrependam-se e creiam no Evangelho!”

Marcos 1:15

 

NOSSO Senhor Jesus Cristo começa Seu ministério anunciando seus mandamentos centrais. Ele surge do deserto, recentemente ungido, como o noivo que sai de seus aposentos; Sua mensagem de amor são arrependimento e fé. Ele vem à frente totalmente preparado para Seu serviço, tendo estado no deserto, “passou por todo tipo de tentação, porém, sem pecado.” Ele está preparado para a missão assim como um homem forte que vai para uma corrida. Ele prega com toda a honestidade de um novo fervor, combinado com toda a sabedoria de uma longa preparação; na beleza da santidade do ventre da manhã, Ele brilha com o orvalho de Sua juventude. Ouçam, ó Céus e dê ouvidos, ó terra, pois o Messias fala na grandeza de Sua força! Ele clama os filhos do homem: “Arrependam-se e creiam no Evangelho!” Ouçamos essas palavras que, como seu Autor, são cheias da Divina Graça e da Verdade de Deus. Diante de nós, temos o resumo e os fundamentos de todo o ensino de Jesus Cristo – o Alpha e o Ômega de todo o Seu ministério; e vindo dos lábios de tal Ser, de tal momento, com tal poder peculiar, possamos dar grande atenção sincera e que Deus possa nos ajudar a obedecer a essas palavras de todo o nosso coração. Continue lendo

A Dupla Natureza e o Duelo Interior – Spurgeon

capa 2A Dupla Natureza e o Duelo Interior

Sermão pregado por

Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres

Sem data

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“Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.” Romanos 7:23

Pergunto-me se há alguém que entenda a si mesmo, mesmo que eu esteja completamente seguro que nenhum cristão pode fazê-lo. Em mais de um sentido “Grande é o mistério da piedade“. O crente é um grande enigma para os que o observam: “ele não é julgado por ninguém.” É igualmente um enigma para si mesmo. Não é surpreendente a frequência com que aparecem livros como “Paradoxos Ortodoxos” de Venning, e o “Enigma do Crente” do bom Ralph Erskine, pois se poderiam elaborar mil enigmas sobre o cristão, já que ele é um paradoxo do princípio ao fim. Assim como Platão insistia em dizer que cada indivíduo era duas pessoas, assim podemos dizer enfaticamente sobre cada cristão que ele é dois homens em um só. Com frequência, para ele mesmo, o homem mau em seu interior parece prevalecer, mas, apesar disso, pela graça de Deus não pode conseguir isso jamais, pois a vitória definitiva pertence à nova vida espiritual do cristão. Em cada cristão se adverte o que foi visto na sulamita em Cantares, “algo como a reunião dos acampamentos.” O cristão nem sempre sabe disso quando começa sua nova vida. Quando começa, sabe que é um pecador e que Jesus é seu Salvador, mas conforme ele avança, descobre que é mais pecador do que pensava.   Continue lendo

Os Usos da Lei – Spurgeon

capa 2n° 128

Sermão pregado no Domingo de 19 de Abril de 1857

por Charles Haddon Spurgeon

No Music Hall, Royal Surrey Gardens, Londres.

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“Então, para que serve a lei?” — Gálatas 3:19

O Apóstolo Paulo, mediante um argumento poderoso e altamente engenhoso, demonstrou que a lei não foi estabelecida por Deus para a justificação e salvação do homem. Ele declara que Deus fez um pacto de graça com Abraão muito antes de a lei ser dada no Monte Sinai; que Abraão não esteve presente no Monte Sinai, e que, portanto, não pode fazer alteração alguma ao pacto feito ali por alguma sugestão sua; que, além disso, não foi pedido o consentimento de Abraão para alguma alteração do pacto, e sem sua aprovação o pacto não poderia ter sido mudado legalmente; e, também, que o pacto permanece firme e irrevogável, visto que foi feito à semente de Abraão, como sendo ao próprio Abraão. “Isto, pois, digo: Sobre o pacto previamente ratificado por Deus para com Cristo, a lei que veio quatrocentos e trinta anos depois, não o pode ab-rogar, para invalidar a promessa. Porque se a herança provém da lei, já não decorre da promessa; mas Deus a concedeu a Abraão mediante a promessa.” Continue lendo

Uma Exortação aos Pecadores (Spurgeon)

Exortação aos pecadores-castelo-forteN° 219

Sermão pregado na noite de Domingo, 14 de Setembro, 1856.

Por Charles Haddon Spurgeon

Em Exeter Hall, Strand, Londres.

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Epub e Mobi em breve

 

“Este recebe pecadores” (Lucas 15.2)

Quando essas palavras foram ditas, o grupo que havia se reunido junto ao Salvador era muito singular, pois o evangelista nos informa que: “aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir”. Os publicanos formavam a pior categoria da sociedade, e eram os opressores públicos, menosprezados e odiados pelos judeus mais insignificantes. E precisamente eles, juntamente com os mais perversos, a escória das ruas e o desperdício da sociedade de Jerusalém, rodeavam a este poderoso pregador, Jesus Cristo, para escutar Suas palavras. Afastados um pouco da multidão, encontravam-se uns cidadãos um tanto respeitáveis, que naqueles dias eram chamados fariseus e escribas: homens sumamente estimados como autoridades, dirigentes e mestres nas sinagogas. Eles viam com desprezo o Pregador, e o vigiavam com olhares invejosos para O surpreender em algum erro. Se não podiam encontrar Nele algum erro, facilmente podiam encontrar em Sua congregação; Sua relação com eles escandalizava aquele falso conceito de decência, e quando observavam que Ele era afável com os indivíduos mais depravados, que falava palavras amorosas às pessoas mais caídas da humanidade, falavam Dele como querendo desonrá-lo, embora resultasse em algo extremamente honroso: “Este homem recebe pecadores”.

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Um Sermão para os Filhinhos do Senhor (Spurgeon)

Um sermão para os filhinhos do Senhor-página001Nº1711

Sermão pregado na manhã de Domingo, 18 de março de 1883

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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Filhinhos, eu lhes escrevo porque os seus pecados foram perdoados,

graças ao nome de Jesus.”1 João 2:12.

 

“Filhinhos, eu lhes escrevi porque vocês conhecem o Pai.” 1 João 2:14

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