O Perdão Obtido com Facilidade – Spurgeon

11414809_732011963574934_2064090110_nNº. 1448

Um sermão pregado por

CHARLES HADDON SPURGEON

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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“Perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Efésios 4: 32.

 

“E perdoem uns aos outros, como Deus vos perdoou por meio de Cristo.” Efésios 4: 32 Bíblia da América.

Quando os moralistas pagãos desejavam ensinar a virtude, não podiam dar o exemplo dos seus deuses, pois, segundo os seus mitólogos, os deuses eram constituídos por uma mistura de todos os vícios imagináveis e, eu diria, inimagináveis. Muitas divindades clássicas ultrapassaram os piores indivíduos em seus crimes. Eles eram tão grandes na injustiça, como eram supostamente superiores no poder. É um dia fatídico para um povo quando seus deuses são piores do que as pessoas. A pureza abençoada da nossa santa fé é visível não só em seus preceitos, mas no caráter do Deus que revela. Não há nenhuma excelência que poderíamos propor que não vejamos brilhando intensamente no Senhor nosso Deus. Não há nenhuma regra de conduta em que o crente deva se destacar que não possamos identificar em Cristo Jesus, nosso Senhor e Mestre, como sua regra. Nos lugares mais altos da fé cristã há as maiores virtudes, e a Deus nosso Pai e ao Senhor Jesus seja o mais sublime louvor.

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A Perpetuidade do Evangelho (C.H.Spurgeon)

11414809_732011963574934_2064090110_nN° 2.636

Sermão pregado no Domingo de 28 de Maio de 1882

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington

 

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O céu e a terra passarão, porém minhas palavras não passarão”. — Lucas 21:33

No Domingo passado preguei sobre a perpetuidade da lei de Deus[1], e baseei meus comentários nas palavras de nosso Senhor: “certamente vos digo que até que passem o céu e a terra, nem sequer um jota nem um til passarão da lei até que tudo tenha se cumprido”.

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Lançamento da biografia “Vida e Obra de J.C.Ryle” , de Armando Marcos

11297509_723238824452248_1933084394_oConfiram o lançamento do livro “Vida e Obra de J.C.Ryle”, escrito por Armando Marcos, editor de Projeto Spurgeon, Projeto Ryle e Projeto Castelo Forte. Com 150 páginas, 86 ilustrações e 187 notas de rodapé, trata-se da primeira biografia em português sobre o bispo Bispo da diocese anglicana de Liverpool. Prefacio de Bispo Josep Rossello, bispo comissário da Igreja Anglicana Reformada do Brasil.

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“O Que Eu Fiz?” – Um Balanço Espiritual de Fim de Ano (Spurgeon)

Capa O que eu fizNº 169

Sermão pregado na manhã de Domingo, 27 de Dezembro de 1857

por Charles Haddon Spurgeon

No Music Hall, Royal Surrey Gardens, Londres.

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“O que eu fiz?” Jeremias 8:6 [1]

Talvez nenhuma outra figura represente Deus sob uma luz mais agraciada  que essas figuras de linguagem que O mostram se inclinando do Seu trono e descendo do céu para suprir as necessidades e considerar as aflições da humanidade. Temos que amar esse Deus que, quando Sodoma e Gomorra transpiravam iniquidade, não queria destruir essas cidades, ainda que conhecesse suas culpas e suas maldades, pois tinha visitado e transitado durante um tempo por suas ruas. Penso que não podemos evitar derramar nosso coração em afeto por esse Deus, que inclina Seu ouvido desde a glória mais sublime e o põe junto ao lábio do mais fraco indivíduo que expresse um desejo sincero. Como poderíamos resistir ao sentimento de que Ele é um Deus a quem devemos amar, quando sabemos que presta atenção a tudo o que nos diz respeito, que conta os próprios cabelos de nossa cabeça, que pede aos anjos que protejam nossos passos, para que nossos pés não tropecem nas pedras, que sinaliza nosso caminho e ordena nossos caminhos? Continue lendo

O Grandioso Aniversário – C.H.Spurgeon

Capa O Grandioso Aniversário 2N° 1330

Sermão pregado na manhã de Domingo, 24 de Dezembro de 1876

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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“Mas o anjo lhes disse: Não temam; eis que vos dou novas de grande alegria, que será para todo o povo”. Lucas 2: 10.

Não há nenhuma razão sobre a Terra, fora do costume eclesiástico, para que o dia 25 de Dezembro deva ser considerado o aniversário do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo em detrimento de qualquer outro dia entre primeiro de Janeiro e o último dia de Dezembro; e, sem dúvida, algumas pessoas guardam o Natal como uma reverência muito mais profunda que o dia do Senhor. Ouvirão que se afirma com frequência que “a Bíblia e só a Bíblia é a religião dos protestantes”, mas não é assim. Há protestantes que incorporaram à sua religião muitas coisas mais além da Bíblia, e, entre outras coisas, aceitaram a autoridade daquilo que eles chamam: “Igreja”, e por essa porta tem entrado todo tipo de superstição. Não há nenhuma autoridade de nenhum tipo dada na palavra de Deus para a observância do Natal, e não há nenhuma razão para guardar precisamente este dia, exceto que a seção mais supersticiosa da cristandade estabeleceu como regra que o dia 25 de Dezembro tem de ser observado como o nascimento do Senhor, e a igreja estabelecida por lei neste país[1] se comprometeu a seguir essa mesma prática. Vocês não estão sob obrigação de nenhum tipo de observar esta regulação. Não devemos nenhuma lealdade aos poderes eclesiásticos que estabeleceram um decreto sobre este assunto, pois nós pertencemos a uma igreja antiquada que não se atreve a ditar leis, mas se contenta em obedecê-las. Por outro lado, esse dia não é em nada pior que qualquer outro, e, se vocês decidirem observá-lo, e observá-lo para o Senhor, não duvido que Ele aceitará sua devoção; mas se não o observarem, e não o observarem para o Senhor, por temor de fomentar a superstição e a adoração da vontade, não duvido que serão aceitos em sua inobservância como seriam em sua observância. Contudo, como os pensamentos de uma grande quantidade de cristãos se focarão no nascimento de Cristo nesta época, e como isto não pode ser mau, julguei prudente me valer da corrente que prevalece e navegar sobre esse pensamento. Nossas mentes se unirão à tendência geral e, já que muitas pessoas ao nosso redor seguem costumes alusivos, obtenhamos todo o bem que pudermos da ocasião. Não pode haver nenhuma razão para que não consideremos agora o nascimento de nosso Senhor Jesus, melhor, será útil que o façamos. Vamos fazer de maneira voluntária o que nos recusaríamos a fazer como algo obrigatório: faremos, simplesmente por razões de conveniência, o que não pensaríamos em fazer se nos fosse imposto pela autoridade ou fosse exigido pela superstição. Continue lendo

Um Sermão para o Dia de Natal (C.H.Spurgeon)

Capa Um sermão para o dia de Nataln° 109

Sermão pregado na manhã do Domingo, 21 de Dezembro de 1856.

por Charles Haddon Spurgeon

No Music Hall, Royal Surrey Gardens, Londres.

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“Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti.” Marcos 5: 19

O caso do homem de quem se fala aqui é verdadeiramente extraordinário: ocupa um lugar entre os feitos memoráveis da vida de Cristo, talvez tão proeminente como qualquer outra coisa que tenha sido registrada por quaisquer dos evangelistas. Este pobre desventurado, possuído por uma legião de espíritos imundos, tinha sido levado a uma condição pior que a loucura. Tinha sua morada nos sepulcros, onde permanecia dia e noite, sendo o terror de todos os que ali passavam. As autoridades tentavam freá-lo, tinham colocado grilhões e correntes, mas nos paroxismos de sua loucura ele havia destroçado as correntes e esmiuçado os grilhões. Haviam tentado reabilitá-lo, mas ninguém podia dominá-lo. Era pior que as bestas selvagens, pois elas podiam ser domadas; mas sua natureza feroz não se submetia. Era uma calamidade para consigo mesmo, pois corria sobre os montes dia e noite, falando e gritando pavorosamente, ferindo-se com pedras afiadas e torturando seu pobre corpo da maneira mais terrível. Continue lendo

Uma Visita a Belém (Sermão de Natal, Spurgeon)

Capa Uma Visita a Belém Spurgeon

Sermão pregado na noite de Domingo, 24 de dezembro de 1854

Por Charles Haddon Spurgeon

Na Capela de New Park Street, Southwark, Londres

E publicado na Quinta feira, 22 de dezembro de 1904

Sob o pastoreado de Thomas Spurgeon

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 “Vamos, pois, até Belém, e vejamos isto que aconteceu, e que o Senhor nos manifestou” Lucas 2:15 Continue lendo

Como não perder sua Alma (Ryle)

mestra-castelo-forte-capa2Sermão pregado pelo bispo

J.C.Ryle

1° bispo da diocese da Igreja da Inglaterra em Liverpool

E publicado como capitulo no livro “Os Velhos Caminhos”,

Com o nome original de “Nossas Almas!”

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“Pois, que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” – MARCOS 8.36.

O ditado do nosso Senhor Jesus Cristo, que está no início desta página, deve soar em nossos ouvidos como o sopro de uma trombeta. Ele trata de nossos mais elevados e melhores interesses. Ele trata de NOSSAS ALMAS. Continue lendo

O Evangelho para os Não Convertidos (Spurgeon)

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N° 1389

Sermão pregado na noite do Domingo 19 de Agosto de 1877

por Charles Haddon Spurgeon

Pregado numa noite livre para visitantes, a congregação regular já havia deixado seus lugares

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LEIA NO ISSUU

Tem confiança. Levanta-te, Ele te chama” – Marcos 10:49

Queremos que estes serviços abertos a todo o público sejam puramente evangelísticos, como vocês compreenderão. Sem dúvida temos entre nós um grande número de crentes, muitos deles bem estabelecidos na fé, que gostariam de ouvir uma exposição de doutrina, a interpretação de uma figura, ou um símbolo apocalíptico decifrado, mas realmente não posso me dirigir a eles esta noite. Sinto-me um pouco como Lutero quando pregava diante de uma congregação mista. Dizia até onde me recordo, palavras como: “Vejo na igreja o Doutor Justo Jonas e a Melanchton, e a outros eruditos doutores. Agora, se prego para a edificação deles, o que vai acontecer com o restante? Por conseguinte, com a permissão deles, vou esquecer que está entre nós o Doutor Jonas e vou pregar à multidão”. Assim, devo fazê-lo nesta boa hora, pedindo àqueles de vocês que se adiantaram na vida divina que unam suas orações à minha, para que subam de maneira contínua, para que a palavra do Evangelho possa ser bendita para os não convertidos. Continue lendo

O Senhor Justiça Nossa (J.C.Ryle)

RYLE-castelo forte-senhor justica nossa-coverSermão pregado por

J.C. Ryle

1° bispo da diocese da Igreja da Inglaterra em Liverpool

E publicado como o 7° capítulo de “A Carreira Cristã”

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LEIA NO ISSUU

“Nos seus dias Judá será salvo, e Israel habitará seguro; e este será o seu nome, com o qual Deus o chamará: O SENHOR JUSTIÇA NOSSA.  Jeremias 23:6″.

O tempo é curto. Mais um pouco, e o Senhor Jesus virá em Sua glória. O julgamento será estabelecido e os livros serão abertos. “E todas as nações serão reunidas diante dele”. “Para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal”. Os maiores segredos de todos os corações serão revelados; “e os reis da terra, e os grandes, e os ricos, e os tribunos, e os poderosos, e todo o servo, e todo o livre” juntos comparecerão perante o tribunal, e verão uns aos outros face a face, e um a um prestará contas de si a Deus diante de todo o mundo. Está escrito, e portanto, é verdadeiro e certo que acontecerá. E o que cada um de vocês pretende dizer naquela hora? Qual defesa você preparou para fazer? Que resposta você propõe dar? Qual causa você apresentará do porquê a sentença não deveria ser pronunciada contra ti? Continue lendo