Os Usos da Lei – Spurgeon

capa 2n° 128

Sermão pregado no Domingo de 19 de Abril de 1857

por Charles Haddon Spurgeon

No Music Hall, Royal Surrey Gardens, Londres.

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“Então, para que serve a lei?” — Gálatas 3:19

O Apóstolo Paulo, mediante um argumento poderoso e altamente engenhoso, demonstrou que a lei não foi estabelecida por Deus para a justificação e salvação do homem. Ele declara que Deus fez um pacto de graça com Abraão muito antes de a lei ser dada no Monte Sinai; que Abraão não esteve presente no Monte Sinai, e que, portanto, não pode fazer alteração alguma ao pacto feito ali por alguma sugestão sua; que, além disso, não foi pedido o consentimento de Abraão para alguma alteração do pacto, e sem sua aprovação o pacto não poderia ter sido mudado legalmente; e, também, que o pacto permanece firme e irrevogável, visto que foi feito à semente de Abraão, como sendo ao próprio Abraão. “Isto, pois, digo: Sobre o pacto previamente ratificado por Deus para com Cristo, a lei que veio quatrocentos e trinta anos depois, não o pode ab-rogar, para invalidar a promessa. Porque se a herança provém da lei, já não decorre da promessa; mas Deus a concedeu a Abraão mediante a promessa.” Continue lendo

Uma Exortação aos Pecadores (Spurgeon)

Exortação aos pecadores-castelo-forteN° 219

Sermão pregado na noite de Domingo, 14 de Setembro, 1856.

Por Charles Haddon Spurgeon

Em Exeter Hall, Strand, Londres.

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“Este recebe pecadores” (Lucas 15.2)

Quando essas palavras foram ditas, o grupo que havia se reunido junto ao Salvador era muito singular, pois o evangelista nos informa que: “aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir”. Os publicanos formavam a pior categoria da sociedade, e eram os opressores públicos, menosprezados e odiados pelos judeus mais insignificantes. E precisamente eles, juntamente com os mais perversos, a escória das ruas e o desperdício da sociedade de Jerusalém, rodeavam a este poderoso pregador, Jesus Cristo, para escutar Suas palavras. Afastados um pouco da multidão, encontravam-se uns cidadãos um tanto respeitáveis, que naqueles dias eram chamados fariseus e escribas: homens sumamente estimados como autoridades, dirigentes e mestres nas sinagogas. Eles viam com desprezo o Pregador, e o vigiavam com olhares invejosos para O surpreender em algum erro. Se não podiam encontrar Nele algum erro, facilmente podiam encontrar em Sua congregação; Sua relação com eles escandalizava aquele falso conceito de decência, e quando observavam que Ele era afável com os indivíduos mais depravados, que falava palavras amorosas às pessoas mais caídas da humanidade, falavam Dele como querendo desonrá-lo, embora resultasse em algo extremamente honroso: “Este homem recebe pecadores”.

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Um Sermão para os Filhinhos do Senhor (Spurgeon)

Um sermão para os filhinhos do Senhor-página001Nº1711

Sermão pregado na manhã de Domingo, 18 de março de 1883

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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Filhinhos, eu lhes escrevo porque os seus pecados foram perdoados,

graças ao nome de Jesus.”1 João 2:12.

 

“Filhinhos, eu lhes escrevi porque vocês conhecem o Pai.” 1 João 2:14

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Grande Perdão para Grande Pecado (Spurgeon)

10585439_573806772728788_1140197760_nNº 2863

Um sermão para o culto de Vigília pregado por

Charles Haddon Spurgeon

Na noite de 31 de Dezembro de 1876

E publicado na quinta-feira, 24 de Dezembro de 1903

IMPRESSO COM UM COMENTÁRIO DE C.H.SPURGEON SOBRE LUCAS 15 AO FINAL

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“E é pelo sangue deste que temos a redenção, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da Sua Graça.” Efésios 1:7.

 

Não há quase necessidade de dizer a vocês que Paulo está aqui escrevendo em relação ao Senhor Jesus Cristo. De fato, Cristo era seu tema constante, tanto na pregação quanto na escrita. Tomei conhecimento de ministros que conseguem pregar um sermão sem mencionar do começo ao fim o nome de Jesus. Se alguma vez vocês ouvirem um sermão como esse, cuidem para que nunca mais ouçam outro sermão desse homem! Se um padeiro assasse alguma vez para mim um pão sem nenhuma farinha em sua composição, eu tomaria as providências necessárias para que ele jamais fizesse isso de novo. E digo o mesmo a respeito do homem que prega um Evangelho sem Cristo! Deixe que aqueles que não valorizam suas almas imortais vão e ouçam-no; mas, prezados amigos, sua alma e a minha são por demais preciosas para serem colocadas à mercê de tal pregador. Continue lendo

Nunca! Nunca! Nunca! (C.H.Spurgeon)

CAPA-nunca-nunca-nunca2N° 477

Sermão pregado na manhã de Domingo, 26 de outubro de 1862

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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Porque Ele disse: Não te desampararei, nem te deixarei.” Hebreus 13:5.

“Ele mesmo disse: Nunca te deixarei nem te desampararei.”

Hebreus 13:5. A Bíblia das Américas

 Em “assim disse Jeová” reside um grande poder. O homem que pode empunhar, mediante a fé, esta espada: “Porque Ele disse”, tem em sua mão uma arma que vence tudo. Existe alguma dúvida que não possa ser eliminada por esta espada de dois gumes? Qual medo não cairá aniquilado com uma ferida mortal proporcionada por esta flecha saída do arco do pacto de Deus? Se podemos nos apoiar no baluarte “porque Ele disse”, acaso as tribulações da vida e as agonias da morte não parecerão apenas leves aflições? E não acontecerá exatamente o mesmo com as corrupções internas e com as tentações externas, com as tribulações que provêm do alto e com as tentações que surgem de baixo? Seja para encontrar deleite em nossa quietude ou para receber fortaleza em nosso conflito, “porque Ele disse” há de ser nosso refúgio cotidiano. Continue lendo

Uma Palavra às Igrejas (J.C.Ryle)

capa-Uma palavra às Igrejas - RyleUm sermão pregado em 1856 por

J.C.Ryle

Quando reitor da Paróquia de Helmingham, Suffolk, Inglaterra

E publicado como capítulo no livro “Home Trusts”

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Apocalipse 3.22: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.”

LEITOR,

Parto do pressuposto de que você pertence a alguma igreja de Cristo. Não pergunto agora se você é episcopal, presbiteriano ou congregacional. Suponho apenas que você não gostaria de ser chamado de ateu ou infiel. Você frequenta o culto público de algum corpo de cristãos professos. Continue lendo

Lições da História da Igreja Inglesa (J.C.Ryle)

Lições da História da Igreja Inglesa-castelo-forte-capaTexto escrito por

J.C.Ryle

1° Bispo da Diocese da Igreja da Inglaterra em Liverpool

Como o 15° Capítulo do livro “Princípios para os clérigos

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Temo que o título deste artigo não seja muito atraente ou convidativo. História é notoriamente considerada uma matéria árida, maçante e desinteressante. É embaraçoso o fato relatado no livro de Ester, que na noite em que o Rei Assuero não conseguia dormir, ordenou a seus servos que lhe lessem “o livro dos feitos memoráveis”[1] (Ester 6.1, ARA).

Mas certamente não deveria ser assim. O estudo da História, e especialmente da História da Igreja, deveria sempre interessar à mente do cristão. Que é a História, se não o ensino da Filosofia através do exemplo? Como observam os sábios, a História costuma se repetir. O que mais pode nos mostrar o que esperar da natureza humana em nossos tempos, senão as obras da natureza humana no passado? Permitam-me mostrar aos meus leitores que há lições interessantes a serem aprendidas da História da Igreja da Inglaterra. Continue lendo

Três Retratos: Qual deles é o Meu? (J.C. Ryle)

tres retratos capaUm tratado avulso publicado por volta de 1881[1]

pela Drummond Tract Deport, de

JOHN CHARLES RYLE

1° Bispo da Diocese da Igreja da Inglaterra em Liverpool

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“E, dizendo ele isto em sua defesa, disse Festo em alta voz: Estás louco, Paulo; as muitas letras te fazem delirar. Mas ele disse: Não deliro, ó potentíssimo Festo; antes digo palavras de verdade e de um são juízo. Porque o rei, diante de quem também falo com ousadia, sabe estas coisas, pois não creio que nada disto lhe é oculto; porque isto não se fez em qualquer canto.  Crês tu nos profetas, é rei Agripa? Bem sei que crês. E disse Agripa a Paulo: Por pouco me queres persuadir a que me faça cristão! E disse Paulo: Prouvera a Deus que, ou por pouco ou por muito, não somente tu, mas também todos quantos hoje me estão ouvindo, se tornassem tais qual eu sou, exceto estas cadeias.” Atos 26: 24-29

LEITOR,

Há uma coleção de retratos em Londres intitulada de Galeria Nacional de Retratos. Ela contém as imagens de quase todos os grandes homens que marcaram a história inglesa. Vale, realmente, a pena ver. Mas eu duvido que ela contenha três retratos tão merecedores de um estudo mais cuidadoso do que os três que serão por mim apresentados neste artigo.

Uma característica notável da Bíblia é a rica variedade de seus conteúdos. Este grandioso Livro antigo, que por dezoito séculos tem deixado perplexos os ataques da ética hostil, não é apenas um depósito de doutrina, preceito, história, poesia e profecia. O Espírito Santo também nos legou uma série de retratos fidedignos da natureza humana, em todos os seus vários aspectos, que merecem nosso exame meticuloso. Quem não sabe que frequentemente aprendemos mais de padrões e exemplos do que de afirmações abstratas? Continue lendo

Igreja, Uma Comunidade Missionária – Bispo Rossello

capa rossello 1Sermão pregado no Domingo, 23 de Junho de 2013

Por Josep Rossello

Bispo Diocesano da Igreja Anglicana Reformada do Brasil,

Na Igreja Anglicana do Vale do Paraíba

Em São José dos Campos, São Paulo, Brasil

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Considero que os sofrimentos do presente não se podem comparar com a glória que será revelada em nós. Pois a criação aguarda ansiosamente a revelação dos filhos de Deus. Porque a criação ficou sujeita à inutilidade, não por sua vontade, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que também a própria criação seja libertada do cativeiro da degeneração, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Pois sabemos que toda a criação geme e agoniza até agora, como se sofresse dores de parto; e não somente ela, mas também nós, que temos os primeiros frutos do Espírito, também gememos em nosso íntimo, aguardando ansiosamente nossa adoção, a redenção do nosso corpo. Romanos 8,18-23 Continue lendo

Menosprezar a Cristo (C.H.Spurgeon)

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Sermão pregado na noite do Domingo, 17 de Agosto de 1856

Por Charles Haddon Spurgeon

No Exeter Hall, Strand, Londres.

“Eles, porém, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio;” Mateus 22:5

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O homem não mudou muito desde os dias de Adão. Em sua estrutura corporal parece ser exatamente o mesmo, pois os esqueletos que possuem muitas centenas de anos correspondem exatamente aos nossos. E verdadeiramente, os feitos do homem realizados há séculos e que ficaram registrados na história, poderiam ser escritos de novo, pois, “nada há de novo debaixo do sol”. Ainda descobre-se a mesma classe de homens (apesar de, talvez, vestidos de maneira diferente) que existiu em idades muito remotas. Ainda existem homens que respondem ao caráter que o Salvador atribuiu a outros em Seu dia: Vão, “um para o seu campo, e outro para o seu negócio”, desprezando as coisas gloriosas do Evangelho. Continue lendo