Como se conduzir na Caminhada Cristã – Jonathan Edwards
Carta escrita por
Jonathan Edwards
para uma jovem que pediu
suas orientações sobre o viver cristão,
datada de 1741
URGENTE: Pastor Timothy Keller falece aos 72 anos .
URGENTE: Pastor Timothy Keller faleceu hoje aos 72 anos, depois de um longo tratamento contra câncer. Sua morte foi anunciada em um e-mail pela Redeemer Churches and Ministries, uma rede de organizações estabelecida pelo Dr. Keller e confirmada pelo filho Michael Keller no Twitter oficial do seu pai hoje. Outros detalhes não estavam imediatamente disponíveis. O Dr. Keller foi diagnosticado em 2020 com câncer de pâncreas e já havia sido tratado para câncer de tireoide.Hoje na História da Igreja: Charles Spurgeon era eleito pastor de New Park Street, em 1854
EM “Hoje na História da Igreja” relembramos que em 19 de abril de 1854, Charles Haddon Spurgeon foi eleito pastor titular da capela Batista reunida em New Park Sreet, sul de Londres. Ele serviria nessa comunidade por 38 anos ininterruptos, até seu falecimento em 1892.
A congregação batista calvinista nessa localidade era então uma das mais antigas da Inglaterra. Contou com grandes pastores no passado, como o pioneiro batista Benjamim Keach, o teólogo John Gill e o pastor John Rippon. Durante o fim do longo pastoreado de 63 anos de Rippon, a capela se estabeleceu na New Park Sreet em 1831. Porém, desde a morte de Rippon, o púlpito dessa igreja foi ocupado por diversos pastores sem muita estabilidade. Muitos pastores eram convidados para pregar lá com intenção de efetivação, mas nenhum agradava a congregação que era muito menor do que em anos anteriores .
Em novembro de 1853, o diácono Thomas Olney ficou sabendo por um amigo de um jovem pregador que era a sensação na região de Cambridge, um pastor de uma pequena igreja batista na vila de Waterbeach, chamado Charles Haddon Spurgeon, filho e neto de pastores congregacionais. Esse pastor pregava com poder do alto tanto em Waterbeach quanto em toda região, e todos se admiravam da pregação eloquente e sincera desse rapaz. Olney então resolveu convidar Spurgeon para uma experiência no púlpito de New Park Street e enviou-lhe uma carta com o convite
Spurgeon acreditou que o convite era um engano, e enviou uma carta para New Park Street agradecendo. Porém, confirmaram que era ele mesmo, e foi acertado que ele deveria pregar em 18 de dezembro. Ele pregou nesse dia e em outras ocasiões, até que em abril de 1854 foi eleito para assumir o pastoreado efetivo.
Spurgeon respondeu:
“Caríssimos amados em Cristo Jesus. Recebi seu convite unânime, conforme consta de uma resolução por vocês aprovada no dia 19, desejando que eu aceite o pastorado entre vocês. Nenhuma resposta longa é necessária; há apenas uma resposta para um convite tão amoroso e cordial. EU ACEITO. Não fiquei perplexo sobre qual deveria ser minha resposta, pois muitas coisas me obrigam a responder assim.”
FONTE: Autobiography of Charles H. Spurgeon compiled from his diary, letters and records by his wife and his private secretary . Volume I
LANÇAMENTO livro “Alertas Eternos: Direção e Encorajamento para o Questionador Ansioso pela Salvação” de John Angell James, em ebook na Amazon
O livro “Alertas Eternos”, tem sido o meio de trazer tantos pecadores ao Salvador, e eu achei extremamente útil quando eu mesmo estava buscando o Senhor.” – Charles Haddon Spurgeon
John Angell James (1785-1859) nasceu em numa época em que a pregação dos líderes do avivamento evangélico ainda era lembrada na Inglaterra. Treinou no David Bogue’s College em Gosport, e serviu todo o seu ministério na Carrs Lane Congregational Church, em Birmingham . Ele foi, portanto, um líder evangélico na era importante entre a morte de John Wesley e o advento de CH Spurgeon .James escreveu diversos sermões e livros durante toda sua vida ministerial, e ele sempre procurou escrever em estilo simples e direto, tanto para edificação da igreja como um todo quanto para salvação e alerta dos pecadores. Entre todas as suas obras, a que teve maior destaque e elevou James para um nível de autor de um clássico cristão foi justamente a “The Anxious Inquirer After Salvation Directed and Encouraged “, escrita em 1834, e que agora traduzimos para o português pelo Projeto Castelo Forte com o nome “Alertas Eternos: Direção e Encorajamento para o Questionador Ansioso pela Salvação” E JÁ ESTÁ A VENDA EM EBOOK NA AMAZON POR APENAS R$ 9,99
James em um primeiro momento publicou o livro por si mesmo, com recursos próprios, mas logo em 1835, por conta da grande demanda, a obra já estava na 6° edição, o que chamou o interesse da Tracts Society, sociedade especializada em literatura religiosa para evangelização que James apoiava, e ela foi impressa e distribuída para diversos cantos do planeta. James relata que já em 1839, a Tract Society havia publicado 200.000 cópias, e logo nos anos seguintes chegou à marca de 500.000 cópias distribuídas. Diversas traduções desse livro foram feitas para várias línguas no mundo todo, o que levou James a receber relatos de convertidos do mundo todo.
No início, James tinha dúvidas se a obra “Anxious Inquirer” era necessária, já que existiam diversas outras obras parecidas e muito mais famosas, como “An Alarme to Unconverted Sinners” de Joshep Allaine (1634-1688), e “A Call to the Unconverted” de Richard Baxter (1615-1691), que tinham um propósito semelhante. Porém, James acreditava que elas eram mais extensas do que o necessário, e ele queria algo mais objetivo. Além sentir a necessidade de colocar no papel as experiências e percepções que ele adquiriu a partir da experiência pastoral de atender muitas pessoas ansiosas por ter conhecimento do seu estado espiritual. James sentia que era necessário direcionar adequadamente as expectativas e sentimentos daqueles que ansiavam a paz de Deus, além de clamar que os pecadores não deixem suas convicções lhe paralisarem na estrada rumo a cruz. De certa forma, essa obra de James tem o mesmo espírito do Evangelista da obra de John Bunyan “O Peregrino”, indicando o caminho para o fugitivo da Cidade da Destruição.
Nossa oração e desejo é que o Espírito Santo use essa tradução para o português para salvação dos pecadores, tanto aqueles ansiosos para ter certeza de seu estado atual quanto aqueles que ficam perplexos com várias questões e “perdem tempo” com querelas que só servem para atrasar o cumprimento da vocação dos chamados ao Evangelho. Que o Senhor Jesus seja glorificado.
Quatro Dicas para Comunicar o Evangelho aos Católicos Romanos – Leonardo De Chirico
Para a maioria dos evangélicos em todo o mundo, a questão do catolicismo romano surge se e quando eles estão lidando com amigos, vizinhos, familiares ou colegas que são católicos romanos e com quem desejam compartilhar o evangelho. Seu interesse no catolicismo romano tem principalmente um impulso evangelístico, e não teológico. Eles querem saber “como” compartilhar o evangelho de maneira significativa, em vez de fazer perguntas sobre a natureza do sistema católico romano e como ele difere da fé evangélica. Isso é compreensível, visto que alguns buscam ajuda “prática” pronta para uso, em vez de buscar abordar o catolicismo romano como um todo integrado a ser cuidadosamente estudado. Claro, mesmo quando a preocupação inicial de alguém é testemunhar aos católicos romanos.
Aqui estão quatro dicas que podem ser de alguma ajuda para envolver os católicos romanos com o evangelho. Eles não são um processo de quatro etapas nem uma receita para o sucesso. São lições que aprendi ao longo dos anos ao compartilhar o evangelho com os católicos romanos.
Dica prática nº 1: não presuma ou confie em linguagem comum
Os católicos romanos compartilham muito do nosso vocabulário, mas o entendem de maneira diferente. Por exemplo, se você pensar em palavras como salvação, cruz, pecado e graça, eles são os mesmos termos que a Bíblia usa, mas os católicos romanos os entendem de maneira muito diferente. A salvação é pensada como um processo aberto onde nossas obras e os méritos que ganhamos são necessários para que ela seja recebida. A cruz é entendida mais como a eucaristia celebrada pelo sacerdote do que como o sacrifício de uma vez por todas de Jesus no Calvário. O pecado é visto mais como uma doença do que como morte espiritual. Nós poderíamos continuar e continuar. A questão é que as mesmas palavras têm significados diferentes.
Em vez de confiar em um suposto terreno comum (que é mais retórico do que real), deixe a Bíblia definir sua linguagem e conduzir sua conversa: envolva seus amigos católicos romanos na leitura da Bíblia, estudo da Bíblia e conversas sobre a Bíblia tanto quanto possível. Não se aproxime deles com uma atitude de “nós” versus “eles”, mas convide-os a serem expostos às Escrituras e orem para que o Espírito Santo abra seus corações.
Pode haver “medos” da Bíblia (lembre-se que a Bíblia era um livro proibido para católicos até 60 anos atrás) (1) e “ceticismo” em torno dela (absorvido por meio de leituras críticas modernas), mas a Palavra de Deus é poderosa para romper no coração das pessoas.
Dica prática nº 2: Esteja preparado para luta contra a natureza exclusiva do Evangelho
À medida que você lê ou compartilha as Escrituras com seus amigos católicos, todos os tipos de conversas interessantes surgirão. Normalmente, eles giram em torno das bordas perigosas do evangelho.
Por exemplo, os católicos romanos podem ter um grande respeito pela Bíblia, mas para eles ela não é a autoridade máxima. Quando confrontados com algo que a Bíblia diz que contradiz o que sua igreja ensina, eles preferem questionar a autoridade das Escrituras do que a autoridade da Igreja Romana. Além disso, os católicos romanos recomendam crer em Jesus, mas a fé em Cristo não é suficiente para ser salvo: algo mais precisa ser feito por homens e mulheres. Além disso, os católicos romanos geralmente mostram uma espécie de amor por Cristo, mas também contam com outros submediadores (por exemplo, Maria, os santos) que desviam a atenção Dele. Em outras palavras, o que está em jogo com eles é a rejeição dos princípios da fé bíblica somente da Escritura, somente da fé e somente de Cristo.
Dica prática nº 3: Esteja pronto para mostrar os elementos pessoais da vida cristã
Ao ler a Bíblia juntos, certifique-se de compartilhar como a Bíblia afeta sua vida. Em outras palavras, combine a leitura bíblica com seu testemunho pessoal. Esta etapa será muito útil porque incentivará seus amigos a se moverem:
- Além da religião: os católicos romanos nominais tendem a separar a “vida normal” da religião. Certifique-se de mostrar cuidadosamente o impacto da Palavra na vida diária, por exemplo, experiência pessoal, trabalho, igreja e sociedade.
- Além da tradição: os católicos romanos tendem a ver a religião como um conjunto de práticas a serem repetidas. Mostrar a centralidade da relação com Jesus que é o Senhor de toda a vida.
- Além da divisão clero/leigos: Muitos católicos tendem a considerar a religião como uma responsabilidade do clero que os leigos não têm. Mostre o fato de que todos somos responsáveis por nutrir nossa vida cristã em devoção e testemunho pessoal.
Dica prática nº 4: Esteja preparado para integrar o testemunho pessoal e a vida da igreja
O envolvimento na leitura da Bíblia e a demonstração do poder do evangelho na vida não podem ser limitados apenas à nossa vida individual. Convide outros amigos cristãos para a conversa para mostrar como o evangelho cria comunidades de seguidores de Jesus. Lembrar:
- Acreditar e pertencer andam juntos. Os católicos romanos tendem a enfatizar o último em detrimento do primeiro. Mostre a realidade de que o evangelho forma uma nova comunidade (ou seja, a igreja). Convide-os à igreja para ver como é uma comunidade do evangelho.
- A importância das ordenanças instituídas por Jesus Cristo para a igreja, principalmente a ceia do Senhor. Os católicos não estão acostumados a “escutar” como sua principal forma de receber uma mensagem; sua mentalidade religiosa é moldada para ver e experimentar através dos outros sentidos (por exemplo, visão, tato, paladar) e no contexto da comunidade. Os cultos de sua igreja local são ferramentas evangelísticas maravilhosas para convidar seus amigos para ver e experimentar.
Cada conversão a Cristo é um milagre. Ao comunicar o evangelho a seus amigos católicos romanos, ore para que Deus mova seus corações para abri-los para ver a verdade do evangelho e responder à sua mensagem em obediência e fé.
(1) NOTA DO TRADUTOR: De Chirico diz que “A Bíblia era um livro proibido” até o Concílio Vaticano II (que começou há 60 anos) mas isso é no sentido de que até essa data a interpretação da Bíblia era autorizada somente ao clero , sendo que a Bíblia nesse sentido era vista como algo “perigoso” ao crente comum sem o apoio do Magistério.
Tradução: Armando Marcos
O Papa, afinal, era Católico Romano? O ‘Evangelho’ de Bento XVI
Com a morte do Papa Bento XVI, a Igreja Católica Romana perde um de seus grandes intelectuais. Não apenas dos últimos anos, mas também através dos séculos. Bento realmente era um homem incrível com uma mente igualmente incrível. Sua compreensão das pressões culturais que as pessoas de fé enfrentam hoje foi consideravelmente grande. Ele viu a natureza enervante do secularismo sem transcendência pela forma como isto se mostrava.
Mas, o Papa Bento também era católico romano. Sem surpresas, não é mesmo? Contudo, eu tenho que mencionar isso. Porque, apesar de algumas esperanças revisionistas dos evangélicos que o admiravam, ele estava comprometido com a teologia católica romana. Especialmente em torno dos meios pelos quais os seres humanos são salvos e, consequentemente, ou talvez por esta causa, de sua compreensão da natureza santa de Deus. Continue lendo
EBOOKS de Spurgeon e Pink de Ano Novo GRÁTIS EM PDF!!!
Aproveite esse fim de ano e leia sermões e estudos traduzidos pelo Projeto Castelo Forte e oferecidos como presente de ano novo para todos nossos amigos leitores e seguidores
📚 Estudos de Ano Novo – A.W.Pink http://projetocasteloforte.com.br/wp-content/uploads/2012/12/ebook_estudos_ano_novo_pink.pdf
📚 Perspectivas Divinas (A última mensagem pregada por C.H.Spurgeon) https://projetocasteloforte.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Perspectivas-Divinas-o-ultimo-serm%C3%A3o-de-Spurgeon-.pdf
📚 Um Desejo de Ano Novo – http://projetocasteloforte.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Um-Desejo-de-Ano-Novo-PRONTO-2019.pdf
10 anos de Projeto Castelo Forte!
E essa semana lembramos e comemoramos os 10 anos de Projeto Castelo Forte
Você pode imaginar ‘Nossa, tanto tempo já? Achei que era bem mais novo”. MAS de fato, esse Projeto já tem tudo isso de história na web brasileira. O Projeto Castelo Forte foi criado na última semana de dezembro de 2012 como um apoio para os sites “Projeto Spurgeon” e “Projeto Ryle”. Entre 2011 e 2012 nossa direção e os colaboradores começaram a traduzir textos de outros autores antigos, como Lutero, Calvino, Edwards, Moody além dos nossos textos principais de Spurgeon e Ryle. Percebemos na época que seria estranho publicar material desses outros pastores e lideres nos sites dedicados a Charles Spurgeon e J.C.Ryle, e para não bagunçar a cabeça de nossos leitores e dar espaço adequado para divulgar esse material extra, decidimos criar esse site e essa página.
E qual a razão do nome “Castelo Forte”? Escolhi esse nome inspirado no famoso hino composto pelo Reformador Martinho Lutero “Castelo Forte é nosso Deus”, para demonstrar os aspectos evangélicos protestantes e históricos dessa iniciativa. E o moto “Divulgando o Evangelho do Senhor” porque essa é nossa intenção por meio desse canal.
Não podemos esquecer jamais de agradecer todos nossos colaboradores, como o bispo Josep Rossello e o pastor Paco Orozco, por seus textos disponibilizados , bem como principalmente nossos tradutores, revisores, desenvolvedores, apoiadores e colegas que com seu trabalho voluntário tem levado esse Projeto adiante pela graça de Deus. O vosso trabalho não é em vão e será lembrado (1 Coríntios 15:58 , Mateus 10:42)
Para 2023 esperamos incluir novos moradores em nosso Castelo (Bunyan, John Angell James, Oswald Wilson, entre outros) e incluir cada vez mais sermões e livros de Spurgeon, Ryle, e dos moradores “antigos”. E contamos com o apoio e colaboração de nosso amigos e seguidores para levar adiante essa obra que tem como alvo colaborar na obra de edificação da Igreja com teologia sã e histórica, e com a evangelização de pecadores para glória de Deus e salvação em Cristo .
Armando Marcos
Diretor de Projeto Castelo Forte
Hoje na História da Igreja: Susannah Spurgeon falecia aos 71 anos, em 1903.
Hoje lembramos que em 22 de outubro de 1903, entrava na glória eterna, aos 71 anos, Susannah Spurgeon , a esposa de Charles Haddon Spurgeon e mãe de Charles Spurgeon Jr e Thomas Spurgeon. Mas ela não foi “apenas” a esposa e mãe de pastores famosos, como também atuou grandemente na obra do Senhor em seus dias.
Nascida Susannah Thompson em 1832, ela viveu em Londres e frequentou com a família a igreja New Park Street durante muitos anos. Em 1853, conheceu seu futuro esposo ao assistir a 2° pregação dele em New Park Street. Ela o achou tremendamente “caipira”, mas reconheceu que aquele jovem, dois anos mais novo que ela, havia pregado com poder do alto. Logo, ela chamou a atenção de Charles, que manteve amizade com a jovem londrina, e Susannah pode contar com ele quando teve uma crise de fé a qual Charles a ajudou muito. Após isso, os dois se conheceram mais e mais , até que em 1856, se casaram. No fim desse mesmo ano, nasceram os gêmeos Charles e Thomas, o que causaria sérios problemas geriátricos em Susannah durante toda sua vida, o que a manteve em estado semi-inválido durante muitos anos. Mas isso não impediu ela de ser uma ajudadora idônea de seu esposo nas crises e dificuldades que enfrentaram nos anos 1850-1860.
Em 1875, iniciou, incentivada pelo marido, o “Fundo Literário da Sra. Spurgeon”, o qual arrecadava recursos para compra e distribuição de literatura evangélica para pastores e estudantes necessitados, uma obra que ela levou até o fim da vida, o que fez com que Susannah tivesse grande atuação ministerial em toda Inglaterra.
Em 1891, viajou com Charles para Menton, sul da França, e esteve junto ao leito de morte de seu esposo quando o “Príncipe dos Pregadores” entrou na glória em janeiro de 1892. Sussanah manteve seu fundo literário, e inclusive escreveu algumas obras devocionais e relatos sobre sua obra no ministério literário. Ajudou a finalizar a autobiografia de Charles Spurgeon. Em 1895, ajudou a construir uma igreja batista no litoral sul inglês, e em 1900 ajudou na reconstrução do Tabernáculo Metropolitano.
Faleceu devido a uma pneumonia em 22 de outubro de 1903, e foi enterrada ao lado de seu esposo no cemitério de Norwood , em Londres, de onde seu corpo espera hoje a ressurreição
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LANÇAMENTO de livro impresso “Em Defesa da Reforma – resposta de Calvino ao cardeal Sadoleto”, da GodBooks
É COM GRANDE ALEGRIA que anunciamos que nosso Projeto, em parceria com a Editora GodBooks , publicou nesse mês que relembramos os 505 anos da Reforma Protestante, seu segundo livro IMPRESSO, “Em Defesa da Reforma – resposta de Calvino ao cardeal Sadoleto “, texto traduzido pelo colaborador Paulo Sérgio Athayde Ribeiro.
Em 1536, a cidade de Genebra aceitou em votação a fé reformada, tirando do poder eclesiástico as autoridades ligadas ao papa. No intuito de retomar o controle, o cardeal italiano Jacopo Sadoleto enviou uma carta ao Conselho de Genebra, fazendo graves acusações aos reformadores e clamando pelo retorno à Igreja Católica. O Conselho apelou para o reformador João Calvino, que redigiu uma carta brilhante, na qual apresenta os pilares da fé reformada. Martinho Lutero a leu e disse: “Eis aqui uma obra que possui mãos e pés. Alegro-me em saber que Deus levanta homens como este”. Segundo John Piper, “A resposta de Calvino a Sadoleto é importante, pois revela a raiz da disputa com Roma, que definiria toda a sua vida. O assunto prioritário é a centralidade, a supremacia e a majestade da glória de Deus”.
O Projeto Castelo Forte, em parceria com a Editora GodBooks, tem a alegria de disponibilizar tanto a carta de Sadoleto para Genebra (inédita em português) quanto o famoso texto do reformador, agora também em formato impresso.
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VERSÃO EM EBOOK DO PROJETO NA AMAZON AQUI
Indicação de livro: “Mesmas Palavras, Universos Distintos” de Leonardo de Chirico
Hoje nossa indicação de livro aqui no Projeto é o lançamento “Mesmas Palavras, Universos Distintos“, do autor Leonardo de Chirico, da Edições Vida Nova , recebido de nossa parceira Livraria El Shaddai
Protestantes evangélicos e católicos romanos compartilham a mesma fé? Será que suas incontornáveis diferenças teológicas revelam que, apesar de serem chamados de cristãos, na verdade, não pregam o mesmo evangelho? Leonardo De Chirico, estudioso renomado tanto da teologia católica quanto da evangélica (e que aqui no Projeto gostamos muito) apresenta uma clara e profunda reflexão sobre a questão de católicos e evangélicos comungarem ou não da mesma mensagem. Embora as palavras usadas para compreender o evangelho sejam as mesmas, elas divergem drasticamente nas questões fundamentais da teologia. A partir de uma análise criteriosa, De Chirico oferece uma crítica arguta e bem fundamentada da mariologia, da intercessão dos santos, do purgatório e da infalibilidade papal. Em sua visão, a teologia católica não é fiel ao evangelho, e, por isso, a Reforma deve continuar protestando ainda hoje.
Fica aqui nossa recomendação entusiástica. Link para mais detalhes e compra desse livro na nossa parceira Livraria El Shaddai AQUI
Hoje na História da Igreja: John Owen, teólogo puritano inglês, falecia aos 63 anos, em 1683.
Owen sofria de asma e problemas renais, e morreu em Ealing em 24 de agosto de 1683 , próximo de Londres, e foi enterrado em 4 de setembro em Bunhill Fields.
LEIA LIVROS FÍSICOS de John Owen comprando na El Shaddai AQUI
“Os tratados de John Owen “Indwelling Sin in Believers” e “A Mortificação do Pecado” são, na minha opinião, os escritos mais úteis sobre santidade pessoal já escritos.”
—Jerry Bridges
“Devo mais a John Owen do que a qualquer outro teólogo, antigo ou moderno, e devo mais a este pequeno livro [ A mortificação do pecado ] do que a qualquer outra coisa que ele escreveu.”
—JI Packer
“Afirmo sem hesitação que o homem que deseja estudar teologia experimental não encontrará livros iguais aos de Owen para tratamento bíblico completo e exaustivo dos assuntos que tratam. Se você deseja estudar minuciosamente a doutrina da santificação, não peço desculpas por recomendar fortemente Owen sobre o Espírito Santo.”
—JC Ryle
A História do Presbiterianismo no Brasil – Live especial com o Rev. Alderi Souza de Matos
Na última sexta feita nosso Projeto, representado por seu editor Armando Marcos, em parceria com o seminário livre de teologia “Nascido de Novo” conduziram uma live que contou com a participação especial do Rev. Alderi Souza de Matos, atual Historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil, com o tema “A História do Presbiterianismo no Brasil”. Com mais de uma hora e meia de live, o Rev. Alderi abordou vários aspectos da história presbiteriana , desde o século XVI até os dias atuais. ASSISTA a live completa abaixo, curta e deixe seu comentário no canal “Nascido de Novo”, em breve novas lives com convidados especiais
Os cruciais 10 minutos depois que o culto termina : Uma exortação para aqueles que fogem da Igreja após o “amém” final
Os cruciais 10 minutos depois que o culto termina : Uma exortação para aqueles que fogem da Igreja após o “amém” final
por Andy Huette
O que você normalmente faz depois que acaba o culto de domingo? Se você é como a maioria dos que frequentam igreja, provavelmente tem uma rotina. Logo depois do “amém”, você se levanta de onde você está acostumado a ficar e o seu corpo segue um script inconsciente. Talvez, antes de ir embora, você passe na sala dos pequenos para pegar seu filho, ou comentar com alguém do banco da frente sobre futebol, ou talvez você se encaminhe para o cantinho do café da igreja para tomar um gole antes de se dirigir para a porta de entrada.
Não há absolutamente nada de errado em ser uma criatura de hábitos, mas muitos de nós temos a tendência de seguir uma rotina de fim de culto igual ao que faríamos no fim de um evento esportivo ou de qualquer outro evento público. Juntamos as nossas coisas e nos apressamos para a porta de saída. É aí que está o problema. Dizendo de maneira mais específica: isso tudo é um mau hábito.
Já que o corpo é a família de irmãos e irmãs em Cristo, o final da parte mais “formal” do culto não é de fato o final do culto. Ao invés disso, é o começo de um novo segmento da comunhão. Quando aquele encontro estruturado termina, uma parte indispensável da vitalidade Cristã e do crescimento – a comunhão – continua. Continue lendo




