LANÇAMENTO livro “Alertas Eternos: Direção e Encorajamento para o Questionador Ansioso pela Salvação” de John Angell James, em ebook na Amazon

O livro “Alertas Eternos, tem sido o meio de trazer tantos pecadores ao Salvador, e eu achei extremamente útil quando eu mesmo estava buscando o Senhor.” – Charles Haddon Spurgeon

John Angell James (1785-1859) nasceu em numa época em que a pregação dos líderes do avivamento evangélico ainda era lembrada na Inglaterra. Treinou no David Bogue’s College em Gosport, e serviu todo o seu ministério na Carrs Lane Congregational Church, em Birmingham . Ele foi, portanto, um líder evangélico na era importante entre a morte de John Wesley e o advento de CH Spurgeon .James escreveu diversos sermões e livros durante toda sua vida ministerial, e ele sempre procurou escrever em estilo simples e direto, tanto para edificação da igreja como um todo quanto para salvação e alerta dos pecadores. Entre todas as suas obras, a que teve maior destaque e elevou James para um nível de autor de um clássico cristão foi justamente a “The Anxious Inquirer After Salvation Directed and Encouraged “, escrita em 1834, e que agora traduzimos para o português pelo Projeto Castelo Forte com o nome “Alertas Eternos: Direção e Encorajamento para o Questionador Ansioso pela Salvação” E JÁ ESTÁ A VENDA EM EBOOK NA AMAZON POR APENAS R$ 9,99

James em um primeiro momento publicou o livro por si mesmo, com recursos próprios, mas logo em 1835, por conta da grande demanda, a obra já estava na 6° edição, o que chamou o interesse da Tracts Society, sociedade especializada em literatura religiosa para evangelização que James apoiava, e ela foi impressa e distribuída para diversos cantos do planeta. James relata que já em 1839, a Tract Society havia publicado 200.000 cópias, e logo nos anos seguintes chegou à marca de 500.000 cópias distribuídas. Diversas traduções desse livro foram feitas para várias línguas no mundo todo, o que levou James a receber relatos de convertidos do mundo todo.

No início, James tinha dúvidas se a obra “Anxious Inquirer” era necessária, já que existiam diversas outras obras parecidas e muito mais famosas, como “An Alarme to Unconverted Sinners” de Joshep Allaine (1634-1688), e “A Call to the Unconverted” de Richard Baxter (1615-1691), que tinham um propósito semelhante. Porém, James acreditava que elas eram mais extensas do que o necessário, e ele queria algo mais objetivo. Além sentir a necessidade de colocar no papel as experiências e percepções que ele adquiriu a partir da experiência pastoral de atender muitas pessoas ansiosas por ter conhecimento do seu estado espiritual. James sentia que era necessário direcionar adequadamente as expectativas e sentimentos daqueles que ansiavam a paz de Deus, além de clamar que os pecadores não deixem suas convicções lhe paralisarem na estrada rumo a cruz. De certa forma, essa obra de James tem o mesmo espírito do Evangelista da obra de John Bunyan “O Peregrino”, indicando o caminho para o fugitivo da Cidade da Destruição.

Nossa oração e desejo é que o Espírito Santo use essa tradução para o português para salvação dos pecadores, tanto aqueles ansiosos para ter certeza de seu estado atual quanto aqueles que ficam perplexos com várias questões e “perdem tempo” com querelas que só servem para atrasar o cumprimento da vocação dos chamados ao Evangelho. Que o Senhor Jesus seja glorificado.

Quatro Dicas para Comunicar o Evangelho aos Católicos Romanos – Leonardo De Chirico

Para a maioria dos evangélicos em todo o mundo, a questão do catolicismo romano surge se e quando eles estão lidando com amigos, vizinhos, familiares ou colegas que são católicos romanos e com quem desejam compartilhar o evangelho. Seu interesse no catolicismo romano tem principalmente um impulso evangelístico, e não teológico. Eles querem saber “como” compartilhar o evangelho de maneira significativa, em vez de fazer perguntas sobre a natureza do sistema católico romano e como ele difere da fé evangélica. Isso é compreensível, visto que alguns buscam ajuda “prática” pronta para uso, em vez de buscar abordar o catolicismo romano como um todo integrado a ser cuidadosamente estudado. Claro, mesmo quando a preocupação inicial de alguém é testemunhar aos católicos romanos.

Aqui estão quatro dicas que podem ser de alguma ajuda para envolver os católicos romanos com o evangelho. Eles não são um processo de quatro etapas nem uma receita para o sucesso. São lições que aprendi ao longo dos anos ao compartilhar o evangelho com os católicos romanos.

Dica prática nº 1: não presuma ou confie em linguagem comum

Os católicos romanos compartilham muito do nosso vocabulário, mas o entendem de maneira diferente. Por exemplo, se você pensar em palavras como salvação, cruz, pecado e graça, eles são os mesmos termos que a Bíblia usa, mas os católicos romanos os entendem de maneira muito diferente. A salvação é pensada como um processo aberto onde nossas obras e os méritos que ganhamos são necessários para que ela seja recebida. A cruz é entendida mais como a eucaristia celebrada pelo sacerdote do que como o sacrifício de uma vez por todas de Jesus no Calvário. O pecado é visto mais como uma doença do que como morte espiritual. Nós poderíamos continuar e continuar. A questão é que as mesmas palavras têm significados diferentes.

Em vez de confiar em um suposto terreno comum (que é mais retórico do que real), deixe a Bíblia definir sua linguagem e conduzir sua conversa: envolva seus amigos católicos romanos na leitura da Bíblia, estudo da Bíblia e conversas sobre a Bíblia tanto quanto possível. Não se aproxime deles com uma atitude de “nós” versus “eles”, mas convide-os a serem expostos às Escrituras e orem para que o Espírito Santo abra seus corações.

Pode haver “medos” da Bíblia (lembre-se que a Bíblia era um livro proibido para católicos até 60 anos atrás) (1) e “ceticismo” em torno dela (absorvido por meio de leituras críticas modernas), mas a Palavra de Deus é poderosa para romper no coração das pessoas.

Dica prática nº 2: Esteja preparado para luta contra a natureza exclusiva do Evangelho

À medida que você lê ou compartilha as Escrituras com seus amigos católicos, todos os tipos de conversas interessantes surgirão. Normalmente, eles giram em torno das bordas perigosas do evangelho.

Por exemplo, os católicos romanos podem ter um grande respeito pela Bíblia, mas para eles ela não é a autoridade máxima. Quando confrontados com algo que a Bíblia diz que contradiz o que sua igreja ensina, eles preferem questionar a autoridade das Escrituras do que a autoridade da Igreja Romana. Além disso, os católicos romanos recomendam crer em Jesus, mas a fé em Cristo não é suficiente para ser salvo: algo mais precisa ser feito por homens e mulheres. Além disso, os católicos romanos geralmente mostram uma espécie de amor por Cristo, mas também contam com outros submediadores (por exemplo, Maria, os santos) que desviam a atenção Dele. Em outras palavras, o que está em jogo com eles é a rejeição dos princípios da fé bíblica somente da Escritura, somente da fé e somente de Cristo.

Dica prática nº 3: Esteja pronto para mostrar os elementos pessoais da vida cristã
Ao ler a Bíblia juntos, certifique-se de compartilhar como a Bíblia afeta sua vida. Em outras palavras, combine a leitura bíblica com seu testemunho pessoal. Esta etapa será muito útil porque incentivará seus amigos a se moverem:

  • Além da religião: os católicos romanos nominais tendem a separar a “vida normal” da religião. Certifique-se de mostrar cuidadosamente o impacto da Palavra na vida diária, por exemplo, experiência pessoal, trabalho, igreja e sociedade.
  • Além da tradição: os católicos romanos tendem a ver a religião como um conjunto de práticas a serem repetidas. Mostrar a centralidade da relação com Jesus que é o Senhor de toda a vida.
  • Além da divisão clero/leigos: Muitos católicos tendem a considerar a religião como uma responsabilidade do clero que os leigos não têm. Mostre o fato de que todos somos responsáveis ​​por nutrir nossa vida cristã em devoção e testemunho pessoal.

Dica prática nº 4: Esteja preparado para integrar o testemunho pessoal e a vida da igreja
O envolvimento na leitura da Bíblia e a demonstração do poder do evangelho na vida não podem ser limitados apenas à nossa vida individual. Convide outros amigos cristãos para a conversa para mostrar como o evangelho cria comunidades de seguidores de Jesus. Lembrar:

  • Acreditar e pertencer andam juntos. Os católicos romanos tendem a enfatizar o último em detrimento do primeiro. Mostre a realidade de que o evangelho forma uma nova comunidade (ou seja, a igreja). Convide-os à igreja para ver como é uma comunidade do evangelho.
  • A importância das ordenanças instituídas por Jesus Cristo para a igreja, principalmente a ceia do Senhor. Os católicos não estão acostumados a “escutar” como sua principal forma de receber uma mensagem; sua mentalidade religiosa é moldada para ver e experimentar através dos outros sentidos (por exemplo, visão, tato, paladar) e no contexto da comunidade. Os cultos de sua igreja local são ferramentas evangelísticas maravilhosas para convidar seus amigos para ver e experimentar.

Cada conversão a Cristo é um milagre. Ao comunicar o evangelho a seus amigos católicos romanos, ore para que Deus mova seus corações para abri-los para ver a verdade do evangelho e responder à sua mensagem em obediência e fé.

(1) NOTA DO TRADUTOR: De Chirico diz que “A Bíblia era um livro proibido” até o Concílio Vaticano II (que começou há 60 anos) mas isso é no sentido de que até essa data a interpretação da Bíblia era autorizada somente ao clero , sendo que a Bíblia nesse sentido era vista como algo “perigoso” ao crente comum sem o apoio do Magistério.

Tradução: Armando Marcos

FONTE: https://vaticanfiles.org/en/2023/02/210/

O Papa, afinal, era Católico Romano? O ‘Evangelho’ de Bento XVI

Por Stephen McAlpine

Com a morte do Papa Bento XVI, a Igreja Católica Romana perde um de seus grandes intelectuais. Não apenas dos últimos anos, mas também através dos séculos. Bento realmente era um homem incrível com uma mente igualmente incrível. Sua compreensão das pressões culturais que as pessoas de fé enfrentam hoje foi consideravelmente grande. Ele viu a natureza enervante do secularismo sem transcendência pela forma como isto se mostrava.

Mas, o Papa Bento também era católico romano. Sem surpresas, não é mesmo? Contudo, eu tenho que mencionar isso. Porque, apesar de algumas esperanças revisionistas dos evangélicos que o admiravam, ele estava comprometido com a teologia católica romana. Especialmente em torno dos meios pelos quais os seres humanos são salvos e, consequentemente, ou talvez por esta causa, de sua compreensão da natureza santa de Deus. Continue lendo

EBOOKS de Spurgeon e Pink de Ano Novo GRÁTIS EM PDF!!!

Aproveite esse fim de ano e leia sermões e estudos traduzidos pelo Projeto Castelo Forte e oferecidos como presente de ano novo para todos nossos amigos leitores e seguidores

📚 Estudos de Ano Novo – A.W.Pink  http://projetocasteloforte.com.br/wp-content/uploads/2012/12/ebook_estudos_ano_novo_pink.pdf

📚 Perspectivas Divinas (A última mensagem pregada por C.H.Spurgeon)  https://projetocasteloforte.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Perspectivas-Divinas-o-ultimo-serm%C3%A3o-de-Spurgeon-.pdf

📚 Um Desejo de Ano Novo – http://projetocasteloforte.com.br/wp-content/uploads/2019/12/Um-Desejo-de-Ano-Novo-PRONTO-2019.pdf

10 anos de Projeto Castelo Forte!

E essa semana lembramos e comemoramos os 10 anos de Projeto Castelo Forte

Você pode imaginar ‘Nossa, tanto tempo já? Achei que era bem mais novo”. MAS de fato, esse Projeto já tem tudo isso de história na web brasileira. O Projeto Castelo Forte foi criado na última semana de dezembro de 2012 como um apoio para os sites “Projeto Spurgeon” e “Projeto Ryle”. Entre 2011 e 2012 nossa direção e os colaboradores começaram a traduzir textos de outros autores antigos, como Lutero, Calvino, Edwards, Moody além dos nossos textos principais de Spurgeon e Ryle. Percebemos na época que seria estranho publicar material desses outros pastores e lideres nos sites dedicados a Charles Spurgeon e J.C.Ryle, e para não bagunçar a cabeça de nossos leitores e dar espaço adequado para divulgar esse material extra, decidimos criar esse site e essa página.

E qual a razão do nome “Castelo Forte”? Escolhi esse nome inspirado no famoso hino composto pelo Reformador Martinho Lutero “Castelo Forte é nosso Deus”, para demonstrar os aspectos evangélicos protestantes e históricos dessa iniciativa. E o moto “Divulgando o Evangelho do Senhor” porque essa é nossa intenção por meio desse canal.

Não podemos esquecer jamais de agradecer todos nossos colaboradores, como o bispo Josep Rossello e o pastor Paco Orozco, por seus textos disponibilizados , bem como principalmente nossos tradutores, revisores, desenvolvedores, apoiadores e colegas que com seu trabalho voluntário tem levado esse Projeto adiante pela graça de Deus. O vosso trabalho não é em vão e será lembrado (1 Coríntios 15:58 , Mateus 10:42)

Para 2023 esperamos incluir novos moradores em nosso Castelo (Bunyan, John Angell James, Oswald Wilson, entre outros) e incluir cada vez mais sermões e livros de Spurgeon, Ryle, e dos moradores “antigos”. E contamos com o apoio e colaboração de nosso amigos e seguidores para levar adiante essa obra que tem como alvo colaborar na obra de edificação da Igreja com teologia sã e histórica, e com a evangelização de pecadores para glória de Deus e salvação em Cristo .

Armando Marcos
Diretor de Projeto Castelo Forte

Hoje na História da Igreja: Susannah Spurgeon falecia aos 71 anos, em 1903.

Hoje lembramos que em 22 de outubro de 1903, entrava na glória eterna, aos 71 anos, Susannah Spurgeon , a esposa de Charles Haddon Spurgeon e mãe de Charles Spurgeon Jr e Thomas Spurgeon. Mas ela não foi “apenas” a esposa e mãe de pastores famosos, como também atuou grandemente na obra do Senhor em seus dias.

Nascida Susannah Thompson em 1832, ela viveu em Londres e frequentou com a família a igreja New Park Street durante muitos anos. Em 1853, conheceu seu futuro esposo ao assistir a 2° pregação dele em New Park Street. Ela o achou tremendamente “caipira”, mas reconheceu que aquele jovem, dois anos mais novo que ela, havia pregado com poder do alto. Logo, ela chamou a atenção de Charles, que manteve amizade com a jovem londrina, e Susannah pode contar com ele quando teve uma crise de fé a qual Charles a ajudou muito. Após isso, os dois se conheceram mais e mais , até que em 1856, se casaram. No fim desse mesmo ano, nasceram os gêmeos Charles e Thomas, o que causaria sérios problemas geriátricos em Susannah durante toda sua vida, o que a manteve em estado semi-inválido durante muitos anos. Mas isso não impediu ela de ser uma ajudadora idônea de seu esposo nas crises e dificuldades que enfrentaram nos anos 1850-1860.

Em 1875, iniciou, incentivada pelo marido, o “Fundo Literário da Sra. Spurgeon”, o qual arrecadava recursos para compra e distribuição de literatura evangélica para pastores e estudantes necessitados, uma obra que ela levou até o fim da vida, o que fez com que Susannah tivesse grande atuação ministerial em toda Inglaterra.

Em 1891, viajou com Charles para Menton, sul da França, e esteve junto ao leito de morte de seu esposo quando o “Príncipe dos Pregadores” entrou na glória em janeiro de 1892. Sussanah manteve seu fundo literário, e inclusive escreveu algumas obras devocionais e relatos sobre sua obra no ministério literário. Ajudou a finalizar a autobiografia de Charles Spurgeon. Em 1895, ajudou a construir uma igreja batista no litoral sul inglês, e em 1900 ajudou na reconstrução do Tabernáculo Metropolitano.

Faleceu devido a uma pneumonia em 22 de outubro de 1903, e foi enterrada ao lado de seu esposo no cemitério de Norwood , em Londres, de onde seu corpo espera hoje a ressurreição

COMPRE LIVROS DE SUSSANAH SPURGEON EM NOSSA PARCEIRA LIVRIRIA EL SHADDAI 

#SussanahSpurgeon

LANÇAMENTO de livro impresso “Em Defesa da Reforma – resposta de Calvino ao cardeal Sadoleto”, da GodBooks

É COM GRANDE ALEGRIA que anunciamos que nosso Projeto, em parceria com a  Editora GodBooks , publicou nesse mês que relembramos os 505 anos da Reforma Protestante, seu segundo livro IMPRESSO,  “Em Defesa da Reforma – resposta de Calvino ao cardeal Sadoleto “, texto traduzido pelo colaborador Paulo Sérgio Athayde Ribeiro.

Em 1536, a cidade de Genebra aceitou em votação a fé reformada, tirando do poder eclesiástico as autoridades ligadas ao papa. No intuito de retomar o controle, o cardeal italiano Jacopo Sadoleto enviou uma carta ao Conselho de Genebra, fazendo graves acusações aos reformadores e clamando pelo retorno à Igreja Católica. O Conselho apelou para o reformador João Calvino, que redigiu uma carta brilhante, na qual apresenta os pilares da fé reformada. Martinho Lutero a leu e disse: “Eis aqui uma obra que possui mãos e pés. Alegro-me em saber que Deus levanta homens como este”. Segundo John Piper, “A resposta de Calvino a Sadoleto é importante, pois revela a raiz da disputa com Roma, que definiria toda a sua vida. O assunto prioritário é a centralidade, a supremacia e a majestade da glória de Deus”.

O Projeto Castelo Forte, em parceria com a Editora GodBooks, tem a alegria de disponibilizar tanto a carta de Sadoleto para Genebra (inédita em português) quanto o famoso texto do reformador, agora também em formato impresso.

COMPRE NA NOSSA PARCEIRA EL SHADDAI AQUI 

VERSÃO EM EBOOK DO PROJETO NA AMAZON AQUI 

 

Indicação de livro: “Mesmas Palavras, Universos Distintos” de Leonardo de Chirico

Hoje nossa indicação de livro aqui no Projeto é o lançamento “Mesmas Palavras, Universos Distintos“, do autor Leonardo de Chirico, da Edições Vida Nova , recebido de nossa parceira Livraria El Shaddai

Protestantes evangélicos e católicos romanos compartilham a mesma fé? Será que suas incontornáveis diferenças teológicas revelam que, apesar de serem chamados de cristãos, na verdade, não pregam o mesmo evangelho? Leonardo De Chirico, estudioso renomado tanto da teologia católica quanto da evangélica (e que aqui no Projeto gostamos muito) apresenta uma clara e profunda reflexão sobre a questão de católicos e evangélicos comungarem ou não da mesma mensagem. Embora as palavras usadas para compreender o evangelho sejam as mesmas, elas divergem drasticamente nas questões fundamentais da teologia. A partir de uma análise criteriosa, De Chirico oferece uma crítica arguta e bem fundamentada da mariologia, da intercessão dos santos, do purgatório e da infalibilidade papal. Em sua visão, a teologia católica não é fiel ao evangelho, e, por isso, a Reforma deve continuar protestando ainda hoje.

Fica aqui nossa recomendação entusiástica. Link para mais detalhes e compra desse livro na nossa parceira Livraria El Shaddai AQUI 

 

Hoje na História da Igreja: John Owen, teólogo puritano inglês, falecia aos 63 anos, em 1683.

Hoje relembramos o falecimento de John Owen, considerado por muitos o maior teólogo puritano inglês, e muitos o classificaram, ao lado de João Calvino e de Jonathan Edwards, como um dos três maiores teólogos reformados de todos os tempos, ocorrido em 24 de agosto de 1683, na Inglaterra.
 
Nascido em 1616 em Stadhampton, entrou para o Queen’s College, em Oxford, aos 12 anos de idade obtendo o grau de Bacharel em Letras em 1632 e mestrado em 1635 aos 19 anos de idade. Em 1637 tornou-se pastor.
 
Na década de 1640 foi capelão de Oliver Cromwell e, em 1651, veio a ser deão da Christ Church, a maior faculdade de Oxford. Em 1652, recebeu o cargo adicional de vice-reitor da universidade, a qual passou a reorganizar com sucesso notável.
 
Owen chegou a deixar Oxford em 1637 por pressão das leis opressivas de William Laud, Arcebispo da Cantuária. Com o advento da Guerra Civil Inglesa, Owen apoiou o parlamento puritano. Sua primeira publicação foi “The Display of Arminianism” (1642), uma acusação ao Arminianismo e defesa apaixonada do Calvinismo (Monergismo), que lhe rendeu a posição de pastor em uma congregação em Fordham, Essex. Lá, ele se manteve dedicado ao trabalho paroquial.
 
Ele pastoreou três igrejas durante sua vida. Casou-se duas vezes; sua primeira esposa morreu em 1676. Ele teve onze filhos, nenhum dos quais sobreviveu a ele. Ficou muito conhecido por seus vários e extensos escritos teológicos, e talvez dos famosos seja o “A morte da Morte na morte de Cristo” e sua exposição de Hebreus.
 
Em 1658 ele teve um papel de liderança na conferência de independentes que redigiu a Declaração de Savoy (o padrão doutrinário do Congregacionalismo que foi baseado na Confissão de Fé de Westminster). Ele era respeitado por muitos da nobreza, inclusive pelo rei Carlos II, que lhe deu 1.000 guinéus para aliviar aqueles a quem as leis severas pressionaram, e ele conseguiu a libertação de John Bunyan , cuja pregação admirava. Foi contemporâneo de Richard Baxter, com quem teve várias disputas e diálogos. 
 

Owen sofria de asma e problemas renais, e morreu em Ealing em 24 de agosto de 1683 , próximo de Londres, e foi enterrado em 4 de setembro em Bunhill Fields.

LEIA LIVROS FÍSICOS de John Owen comprando na El Shaddai AQUI

LEIA EBOOKS de John Owen na Amazon AQUI (comprando nesse link você apoia diretamente nosso Projeto)

 

“Os tratados de John Owen  “Indwelling Sin in Believers” e “A Mortificação do Pecado” são, na minha opinião, os escritos mais úteis sobre santidade pessoal já escritos.”

—Jerry Bridges

“Devo mais a John Owen do que a qualquer outro teólogo, antigo ou moderno, e devo mais a este pequeno livro [ A mortificação do pecado ] do que a qualquer outra coisa que ele escreveu.”

—JI Packer

“Afirmo sem hesitação que o homem que deseja estudar teologia experimental não encontrará livros iguais aos de Owen para tratamento bíblico completo e exaustivo dos assuntos que tratam. Se você deseja estudar minuciosamente a doutrina da santificação, não peço desculpas por recomendar fortemente Owen sobre o Espírito Santo.”

—JC Ryle

Tumba de John Owen, em Bunhill Fields, cemitério em Londres

 

Os cruciais 10 minutos depois que o culto termina : Uma exortação para aqueles que fogem da Igreja após o “amém” final

Os cruciais 10 minutos depois que o culto termina : Uma exortação para aqueles que fogem da Igreja após o “amém” final

por Andy Huette

­O que você normalmente faz depois que acaba o culto de domingo? Se você é como a maioria dos que frequentam igreja, provavelmente tem uma rotina. Logo depois do “amém”, você se levanta de onde você está acostumado a ficar e o seu corpo segue um script inconsciente. Talvez, antes de ir embora, você passe na sala dos pequenos para pegar seu filho, ou comentar com alguém do banco da frente sobre futebol, ou talvez você se encaminhe para o cantinho do café da igreja para tomar um gole antes de se dirigir para a porta de entrada.

Não há absolutamente nada de errado em ser uma criatura de hábitos, mas muitos de nós temos a tendência de seguir uma rotina de fim de culto igual ao que faríamos no fim de um evento esportivo ou de qualquer outro evento público. Juntamos as nossas coisas e nos apressamos para a porta de saída. É aí que está o problema. Dizendo de maneira mais específica: isso tudo é um mau hábito.

Já que o corpo é a família de irmãos e irmãs em Cristo, o final da parte mais “formal” do culto não é de fato o final do culto. Ao invés disso, é o começo de um novo segmento da comunhão. Quando aquele encontro estruturado termina, uma parte indispensável da vitalidade Cristã e do crescimento – a comunhão – continua. Continue lendo

Ficar e Servir: Por que não fugimos da Ucrânia – Vasyl Ostryi

Vasyl Ostryi

Nos últimos dias, os acontecimentos do livro de Ester tornaram-se reais para nós na Ucrânia. É como se o decreto estivesse assinado e Hamã tivesse licença para destruir uma nação inteira. A forca está pronta. A Ucrânia está simplesmente esperando.

Você pode imaginar o clima de uma sociedade quando gradualmente, dia após dia, durante meses, a mídia mundial vem dizendo que a guerra é inevitável? Tanto sangue será derramado?

Nas últimas semanas, quase todos os missionários foram instruídos a deixar a Ucrânia. As nações ocidentais evacuaram suas embaixadas e cidadãos. O tráfego na capital de Kiev está desaparecendo. Para onde foi o povo? Oligarcas, empresários e aqueles que podem pagar estão saindo, salvando suas famílias de uma guerra em potencial. Devemos fazer o mesmo? Continue lendo

O catolicismo romano como uma “tentação” para a teologia evangélica – Leonardo De Chirico

Por Leonardo De Chirico

 

O discurso da Evangelical Theological Society é um barômetro útil para medir onde o vento sopra na teologia evangélica norte-americana. ano passado, o presidente Al Mohler dedicou seu discurso na onvenção anual em Fort Worth, Texas, às quatro tentações para a teologia evangélica contemporânea . Na opinião de Mohler, a teologia evangélica atual enfrenta essas tentações: Fundamentalismo, Ateísmo, Catolicismo Romano e Liberalismo. Essas palavras não devem ser tomadas levianamente; a trajetória da teologia evangélica nem sempre foi pacífica. O que é interessante é entender os principais perigos que o cercam. Deixe-me comentar brevemente sobre três tentações e, em seguida, focar no catolicismo romano.

Fundamentalismo, ateísmo e liberalismo protestante
No que diz respeito ao fundamentalismo, Mohler reconheceu que os evangélicos são, em certo sentido, fundamentalistas porque “defendem as doutrinas cristãs fundamentais, como a inspiração e a inerrância das Escrituras, a pessoa e obra de Cristo e a Trindade. ” O fundamentalismo se torna uma ameaça quando cria uma tendência a se retirar da cultura e focar nas “excentricidades teológicas” ao invés do evangelho. Continue lendo

O que Roma tem a oferecer a um Protestante? – Leonardo De Chirico

por Leonardo De Chirico

Não sou inglês, nem anglicano, mas me impressionou a história da conversão do ex-bispo anglicano Michael Nazir-Ali ao catolicismo. Ele não é o primeiro anglicano evangélico a se tornar católico romano e provavelmente não será o último. Ele segue uma tradição que tem antecedentes importantes, como a conversão a Roma de John Henry Newman (1801-1890) e muitos mais. No entanto, Nazir-Ali era um conhecido anglicano evangélico que pertencia à família “evangélica” e era uma voz respeitada naquele mundo. Continue lendo

Quando você não pode se reunir: ajuda e esperança para aqueles que adoram isolados em casa – Kathryn Butler

POR Kathryn Butler

Nos últimos meses, as igrejas se alegraram com a doçura de voltar ao culto pessoalmente. A turbulência de 2020, com as reuniões do Zoom substituindo a comunhão pessoal destacou a importância da adoração comunitária e da comunhão para a caminhada cristã. Nas palavras de Collin Hansen , “as mãos, os pés, as orelhas e os olhos precisam ser reunidos para que este corpo trabalhe para o bem de todos”.

E ainda assim, nem todos os discípulos podem se reunir. Ao elevarmos nossas vozes em agradecimento a cada domingo, não devemos esquecer nossos irmãos e irmãs cujos assentos permanecem vazios. Alguns deles são imunocomprometidos e apresentam alto risco para COVID-19, apesar da vacinação. Outros sofriam de doenças incapacitantes muito antes de o coronavírus se tornar uma palavra familiar. Em todos os casos, há discípulos entre nós que se encontram separados do corpo de Cristo, assim como estão enfrentando provações quando mais precisam da Palavra de Deus que dá vida.

Sozinhos, quando precisamos nos conectar

Minha amiga Alice conhece essa estrada solitária. Sua igreja foi reaberta com cautela assim que ela começou a quimioterapia para um câncer. Enquanto irmãos e irmãs finalmente se reuniam, seu frágil sistema imunológico a obrigou a se isolar.

“Havia essa dicotomia de passar por algo difícil e estar no meu estado mais vulnerável”, disse ela. “O que eu mais precisava era de abraços de outras pessoas, estar com outras pessoas e ter pessoas impondo suas mãos sobre mim em oração, mas eu não poderia fazer isso por causa da minha situação de imunidade, além de COVID.”

Outra amiga, Jean, foi submetida a um transplante de órgão assim que o COVID se espalhou. Ela previra um período de isolamento após a cirurgia, mas não por vários meses enquanto esperava uma vacina. Então, após esse longo período de espera, ela soube da diminuição da eficácia das vacinas em pacientes transplantados e se sentiu devastada. “A Igreja tem sido vital para mim desde que me lembro”, disse ela. “Meu pai era pastor. Minha mãe era organista. Se não pudesse ir à igreja novamente, sabia que ficaria deprimido. Mas que escolha eu tinha? ”

Aqueles que lutam contra a doença geralmente não têm a opção de adorar pessoalmente. Esses crentes permanecem como parte do corpo, filhos adotivos de Deus e tão vitais quanto qualquer discípulo para o avanço do reino de Cristo ( Rom. 12: 4-8 ; 1 Cor. 12: 12-13 ).

Aqui estão três maneiras pelas quais a igreja pode ajudar e três maneiras pelas quais os que estão em casa podem se agarrar à esperança.

Três maneiras pelas quais a igreja pode ajudar

1. Traga o Ministério para Casa

Visitas, telefonemas e chamadas de vídeo da liderança da igreja podem oferecer um copo de água fresca para aqueles que têm sede da Palavra de Deus. “Meu pastor e um dos presbíteros marcaram uma ligação programada regularmente com a Zoom conosco para ler alguns versículos e orar juntos”, disse Alice. “Foi um momento agradável de comunhão com a liderança de nossa igreja e isso me encorajou”.

Isso destaca a importância de levar o ministério para casa, para aqueles que não podem se reunir. As visitas domiciliares, quando possíveis, podem oferecer luz em circunstâncias escuras.

2. Ame o seu próximo

Todas as pessoas com quem conversei citaram a comunhão com irmãos e irmãs como algo vivificante. Minha amiga Helen, cujas responsabilidades de cuidar de um ente querido a mantiveram longe da Igreja por mais de um ano, encontrou consolo em telefonemas. Jean notou consolo nas visitas a amigos da igreja. “Realmente ajudou quando as pessoas me visitaram e oraram por mim”, disse Jean. “Eu adorava receber crianças também e poder falar sobre outras coisas além da minha doença. Isso me lembrou que minha identidade estava em Cristo, não apenas como ‘a pessoa que espera pelo novo órgão’ ”.

Alice disse que viu o Espírito em ação por meio da demonstração de amor dos membros da igreja. “Fiquei tão emocionada com a amplitude do corpo de Cristo”, disse ela. “Não precisamos conhecer bem alguém para enviar encorajamento e oração. Deus é muito maior do que nosso pequeno círculo. ”

Alice encorajou aqueles que ainda podem frequentar a igreja a “ser as mãos e os pés de Cristo: encorajar, compartilhar, ouvir, orar com e pelas pessoas (mesmo no Zoom), procurar maneiras de atender às necessidades tangíveis”.

3. Oferecer uma opção válida.

A igreja vivificada não pode substituir a reunião, mas pode nutrir aqueles que não podem comparecer. Helen chamou os serviços online durante seu período difícil de “tábua de salvação”. Alice disse: “Como é verdade nos momentos mais difíceis, quase todo sermão ou música falou comigo de forma mais pungente. . . . Se eu tivesse pulado a igreja por completo, sei que teria perdido o encorajamento vital para minha alma durante aquele tempo. ”

À medida que muitas igrejas se afastam da transmissão ao vivo, as histórias dessas mulheres sugerem um papel para as gravações digitais de cultos, talvez distribuídas seletivamente para os que estão confinados em casa.

Três maneiras de se agarrar à esperança

1. Fique na Palavra

A Escritura é uma lâmpada para os nossos pés e uma luz para o nosso caminho ( Salmos 119: 105 ). Nos momentos em que estamos desconectados do corpo, o estudo da Palavra de Deus pode nos levar através da tempestade.

“Durante esse período, pude ver muito mais das Escrituras do que jamais vi”, disse Helen. “Isso me deu tempo para sentar e pensar, e não falar com ninguém além do Senhor”.

Alice disse: “Eu penso sobre meu isolamento em minha própria casa, e me pergunto se este foi um descanso forçado para mim – ‘Ele me fez deitar’ – não porque eu tivesse a incapacidade de escolher o descanso, mas eu não teria particularmente ido sobre isso da mesma maneira. ”

Durante esse período de separação, enquanto você anseia por comunhão, considere se o Senhor está chamando você para um período de quietude ( Salmos 46:10 ), durante o qual você pode se inclinar para um estudo profundo de sua Palavra.

2. Ore sem cessar

Deus ouve nossas orações e nos chama a colocar nossas preocupações a seus pés ( Fp 4: 6 ). Quando a doença nos isola, nossas orações podem se tornar ainda mais fervorosas – e podem nos ancorar na esperança.

“Tudo o que senti que poderia fazer em minha caminhada de fé (e talvez tudo o que Deus estava pedindo de mim?) Era permanecer fiel, permanecer na Palavra e orar”, disse Alice. “Mesmo que eu não pudesse responder os porquês e as razões, mesmo que eu não tivesse palavras eloquentes em minhas orações e estivesse apenas clamando por sua ajuda , Ele é terno e amoroso e não me rejeitou quando minha fé estava fraca . ”

Nosso Salvador pode simpatizar com nossas fraquezas ( Heb. 4:15 ). E Ele ouve nossas orações, não importa as circunstâncias ( 1 João 5:14 ).

3. Lembre-se de quem você é

Quando a doença nos tira das disciplinas e do companheirismo que prezamos, podemos perder de vista quem somos. Lembre-se de que quando ninguém vê você na igreja, Deus vê você . Seu valor não deriva de sua autossuficiência, talentos, saúde ou independência. Em vez disso, seu valor brota única, total, bela e imutavelmente de Jesus.

Sua verdadeira e principal identidade não tem nada a ver com sua capacidade de frequentar a igreja, e tudo a ver com a verdade de que você é um portador da imagem de Deus ( Gênesis 1:26 ), amado por Deus ( João 3:16 ), e feito novo por meio de Cristo ( Ap 21: 5 ). E nada – nem uma deficiência, nem uma doença, nem um vírus que se espalhou pelo mundo – pode separar você do amor de Deus por você em Cristo ( Rom. 8: 38-39 ).

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FONTE: https://www.thegospelcoalition.org/article/when-you-cannot-gather/

Tradução: Projeto Castelo Forte

Como NÃO debater ideias em público – Kevin DeYoung

Kevin DeYoung

Nunca foi tão fácil ter uma voz na praça pública. Praticamente qualquer pessoa com acesso à Internet pode divulgar suas ideias e opiniões a centenas, milhares ou até milhões de pessoas. E, claro, ainda existem formas mais antigas de comunicação impressa com um grande número de seguidores – livros, periódicos, revistas, boletins informativos e assim por diante. Parece que mais pessoas estão conversando sobre mais coisas do que nunca.

Ou estamos apenas conversando um com o outro?

Sempre haverá pessoas que discordam umas das outras. Isso não é necessariamente um problema. E sempre haverá pessoas que apresentam argumentos ruins. Isso é inevitável. Mas se estivermos interessados ​​em debater ideias ( e não apenas em destruir pessoas) e em persuadir (não apenas atuar), tentaremos o nosso melhor para falar e escrever de uma forma que possa ser clara, na medida e aberta à razão.

Claro, isso é mais fácil falar do que fazer. Desabafar é fácil; cultivar uma vida disciplinada da mente é difícil.

Então, como saímos dos trilhos? Como a nobre busca da verdade se transforma em uma confusão de sentimentos feridos e recriminações? Como não devemos debater ideias em praça pública?

Aqui estão oito ideias ruins quando se trata de comunicar nossas ideias em público: Continue lendo