Arquivos da categoria: Charles Spurgeon

Fé Fraca Suplicando a um Forte Salvador (Spurgeon)

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Sermão pregado na noite de Domingo, 19 de Março de 1876.

Por C. H. Spurgeon,

no Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

Publicado em 28 de Abril de 1904.

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“E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio Senhor! Ajuda a minha incredulidade.”
Marcos 9:24

Este é um caso de um homem que sabia muito bem o que queria e que estava cheio de aflição para obter o que pedia. De fato, ele estava tão aflito para obter isto que orou com a maior seriedade e insistência. Ele orou para a Pessoa certa, pois, depois que os discípulos falharam, ele recorreu ao próprio Mestre deles. Ainda assim, apesar de tudo isso, no momento abordado no nosso texto, o homem de nossa passagem não tinha obtido a bênção que procurava.

Nós provavelmente conhecemos pessoas que ainda não foram despertadas para um senso da sua necessidade – e muito trabalho deve ser feito pelo fiel ministro, de forma a mostrar-lhes o perigo e fazê-los entender a sua verdadeira situação diante de Deus. Elas têm várias necessidades espirituais, mas não sabem quais necessidades são essas. Esse homem havia ido além disso, pois ele sim sabia qual era a maior necessidade dele e de seu filho. Continue lendo

O Segredo da Alegria (sermão – Spurgeon)

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Sermão pregado na noite de Quinta-Feira, 2 de Maio de 1872

Por C. H. Spurgeon,

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres

E publicado em 8 de Dezembro de 1910.

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“Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados”.
Mateus 9:2

NOSSO SENHOR JESUS CRISTO não falou ao paralítico “Tem bom ânimo, os teus membros paralisados vão ser feitos fortes e bons novamente”. Mas antes que Ele tenha curado o homem daquele terrível mal, Ele o ofereceu conforto, pois os pecados dele haviam sido perdoados – como se isso fosse uma razão suficiente para se alegrar mesmo que ele permanecesse paralítico! Se ele fosse carregado para fora da presença de Cristo na sua maca tão desamparado como quando havia sido abaixado pelo teto até o meio daquele local lotado, isso seria uma questão bem secundária comparada com o fato totalmente importante de que seus pecados foram perdoados. De fato, Davi escreveu “Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto”, e aquele homem foi abençoado ainda que fosse doente de paralisia, ou sofrendo de todas as doenças, das quais a carne é herdeira! Você lembra, também, como o profeta Isaías escreveu, sob a inspiração do Espírito Santo “Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai ao coração de Jerusalém, bradai-lhe” – O que? Qual deve ser a causa do conforto para a Igreja de Deus? – “que já é findo o tempo da sua milícia, que a sua iniquidade está perdoada”. Jerusalém pode estar em grande tribulação e angústia. Sua terra pode estar pisoteada debaixo dos pés dos invasores. Seus filhos e filhas podem estar desmaiando nas ruas, mas como sua iniquidade foi perdoada, ela tem bom motivo para ter conforto! Para citar outra instância que é um paralelo próximo ao nosso exemplo, nosso Senhor disse à mulher da cidade, a qual era uma pecadora – que lavou Seus pés com lágrimas e os enxugou com os cabelos de sua cabeça, e os beijou, e os ungiu com unguento – “Seus pecados estão perdoados… Vá em paz”. E, verdadeiramente, quando o pecado é perdoado, nós estamos em paz! Continue lendo

O Paracleto (sermão de C.H.Spurgeon)

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Sermão pregado na manhã de Domingo, 6 de outubro de 1872

Por C.H.Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres

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“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco.” – João14:16

 

 

O dom indescritível do Filho de Deus foi seguido pelo dom do Espírito Santo, igualmente inestimável. Não nos é necessário confessar que temos o Espírito Santo em muito menos estima do que deveríamos? Estou certo de que não engrandecemos tanto o Salvador, e que Ele nem sempre é alvo de nossas meditações; mas ao mesmo tempo, damos um lugar muito desproporcional ao Espírito Santo, se comparado ao Redentor. Temo até mesmo que tenhamos ofendido o Espírito por negligenciá-lo. Continue lendo

Oração, um Remédio para a Ansiedade (sermão – Spurgeon)

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Sermão pregado na noite de quinta, 12 de janeiro de 1888,

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres,

e também lido no domingo, 11 de Março de 1894.

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“Não andeis ansiosos por coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.” Filipenses 4.6,7.

Nós temos a faculdade da previsão; porém, como todas as nossas faculdades, ela foi pervertida e com frequência tem sido objeto de abuso. É bom que um homem tenha uma santa preocupação e preste a devida atenção a cada detalhe de sua vida; porém: Ah! É muito fácil convertê-la em uma preocupação profana e tratar de arrebatar da mão de Deus este ofício da providência que Lhe pertence e não a nós. Quão frequentemente Lutero gostava de falar sobre os pássaros e da maneira como Deus cuidava deles! Quando estava cheio de preocupações, costumava invejá-los constantemente porque levavam uma vida tão livre e feliz. Lutero fala do ‘doutor Gorrión’ e do ‘doutor Zorzal’, e de outros pássaros que costumavam se aproximar e falar com o ‘doutor Lutero’, dizendo-lhe muitas coisas boas. Continue lendo