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A Abolição de Spurgeon: Como os racistas do Sul dos EUA queriam matar o “notório abolicionista inglês” – Christian George

Christian George

Minha alma detesta a escravidão. . . e embora eu comungue à mesa do Senhor com homens de todos os credos, com um escravagista não tenho comunhão de nenhum tipo. Sempre que alguém como tal me chame, considerei meu dever expressar meu desprezo por sua iniquidade e o considerar um ladrão de homens” (citado por Pike,  Vida e obra de Charles Haddon Spurgeon , p. 331)”

“De que maneira você pensa que é o grilhão preso no pulso de nosso amigo que está sentado lá, um homem como nós, apesar de uma pele negra? É a Igreja de Cristo que mantém seus irmãos sob cativeiro; se não fosse por essa igreja, o sistema de escravidão voltaria para o inferno de onde surgiu … Mas o que diz o dono dos escravos quando você diz a ele que manter nossos semelhantes em escravidão é um pecado condenável? inconsistente com a graça? Ele responde: “Não acredito nas suas calúnias; olhe para o bispo  Fulano, ou o ministro Sicrano, ele não é um homem bom, e não diz: ‘Maldito seja Canaã?’ Ele não cita Filemon e Onésimo? Ele não vai falar sobre a Bíblia relatando como os  escravos devem se sentir muito gratos por serem escravos, pois Deus Todo-Poderoso os fez de propósito, para que desfrutassem do raro privilégio de serem perseguidos por um mestre cristão? Não me diga ”, diz ele,“ se a coisa estivesse errada, não teria a Igreja do meu lado ”. E assim a Igreja livre de Cristo, comprada com Seu sangue, deve suportar a vergonha de amaldiçoar a África e manter seus filhos em cativeiro” Charles Haddon Spurgeon , sermão “Separando o Precioso do Vil” Continue lendo

Spurgeon e o “Coronavírus” de seus dias: um exemplo – Geoff Chang 

Geoff Chang 

 

À medida que os relatórios do coronavírus se espalham pelo mundo, pastores e líderes da igreja estão discutindo como devem responder ao surto. Ao longo da história da igreja, muitos pastores tiveram que pensar em desafios semelhantes. Como jovem pregador do interior, Charles Spurgeon admirou os ministros puritanos que ficaram para cuidar dos doentes e moribundos durante a Grande Praga de Londres em 1665.  Agora, no outono de 1854, o recém-nomeado pastor da New Park Street Chapel, em Londres, encontrou-se pastoreando sua congregação em meio a um grande surto de cólera no bairro de Broad Street, do outro lado do rio.

Como Spurgeon respondeu a essa situação? Continue lendo

O Pai das Luzes – O PRIMEIRO sermão pregado por Spurgeon em Londres

APRESENTAÇÃO E CONTEXTO HISTÓRICO

Armando Marcos, criador de Projeto Spurgeon e Projeto Castelo Forte

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Em 1853, após dois anos sua conversão, o jovem Charles Haddon Spurgeon, com apenas 19 anos, já atuava como ministro na capela batista de Waterbeach, ao norte de Cambridge. Nesse tempo, mesmo sem ter ingressado no seminário, como num primeiro foi sua intenção, o ministério de Spurgeon já era aprovado por Deus pelo impacto da pregação e pelo número de conversões e trabalho piedoso entre a população local.

Em novembro de 1853, Spurgeon foi convidado para uma palestra em uma reunião especial pelo aniversário da União das Escolas Dominicais de Cambridge. A princípio seria apenas mais uma reunião se não fosse o fato de estar presente nesse evento um diácono batista chamado George Gould, que ficou muito impressionado com a pregação do jovem ministro. Em visita a Londres, Gould comentou sobre o jovem pregador com um amigo seu, diácono Thomas Olney. Continue lendo

O Cristo do Povo – sermão Spurgeon

Nº 11

Pregado na manhã de domingo, 25 de fevereiro de 1855

Por Charles Haddon Spurgeon

Em Exeter Hall, Londres

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“Exaltei a um eleito do meu povo.”

Salmo 89:19

 

Não cabe dúvida alguma que, originalmente, estas palavras se referiam a Davi. Ele foi um escolhido de seu povo. Sua linhagem era respeitável, mas não ilustre. Sua família era santa, mas não exaltada: os nomes de Isaí, Obede, Boaz e Rute não evocavam lembranças de realeza, nem motivavam pensamentos de uma antiga nobreza ou de uma gloriosa genealogia. Quanto ao próprio Davi, sua única ocupação havia sido a de um jovem pastor, carregando os cordeiros em seu colo, conduzindo mansamente as ovelhas com suas crias; um jovem simples que possuía uma alma real, reta, de valor firme, mas ainda assim plebeu – alguém do povo.

Entretanto, isto não o desqualificava para a coroa de Judá. Aos olhos de Deus, a procedência deste jovem herói não era nenhuma barreira para elevá-lo ao trono da nação santa, como tampouco o mais orgulhoso admirador de castas e linhagens se atreveria a insinuar sequer uma palavra contra o valor, sabedoria e justiça do governo deste monarca do povo. Continue lendo

O Perdão Facilitado – Spurgeon

Nº. 1448

Um sermão pregado por

Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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“Perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Efésios 4: 32.

 

“E perdoem uns aos outros, como Deus vos perdoou por meio de Cristo.” Efésios 4: 32 Bíblia da América.

 

 

Quando os moralistas pagãos desejavam ensinar a virtude, não podiam dar o exemplo dos seus deuses, pois, segundo os seus mitólogos, os deuses eram constituídos por uma mistura de todos os vícios imagináveis e, eu diria, inimagináveis. Muitas divindades clássicas ultrapassaram os piores indivíduos em seus crimes. Eles eram tão grandes na injustiça, como eram supostamente superiores no poder. É um dia fatídico para um povo quando seus deuses são piores do que as pessoas. A pureza abençoada da nossa santa fé é visível não só em seus preceitos, mas no caráter do Deus que revela. Não há nenhuma excelência que poderíamos propor que não vejamos brilhando intensamente no Senhor nosso Deus. Não há nenhuma regra de conduta em que o crente deva se destacar que não possamos identificar em Cristo Jesus, nosso Senhor e Mestre, como sua regra. Nos lugares mais altos da fé cristã há as maiores virtudes, e a Deus nosso Pai e ao Senhor Jesus seja o mais sublime louvor. Continue lendo

Fé Fraca Suplicando a um Forte Salvador (Spurgeon)

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Sermão pregado na noite de Domingo, 19 de Março de 1876.

Por C. H. Spurgeon,

no Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

Publicado em 28 de Abril de 1904.

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“E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio Senhor! Ajuda a minha incredulidade.”
Marcos 9:24

Este é um caso de um homem que sabia muito bem o que queria e que estava cheio de aflição para obter o que pedia. De fato, ele estava tão aflito para obter isto que orou com a maior seriedade e insistência. Ele orou para a Pessoa certa, pois, depois que os discípulos falharam, ele recorreu ao próprio Mestre deles. Ainda assim, apesar de tudo isso, no momento abordado no nosso texto, o homem de nossa passagem não tinha obtido a bênção que procurava.

Nós provavelmente conhecemos pessoas que ainda não foram despertadas para um senso da sua necessidade – e muito trabalho deve ser feito pelo fiel ministro, de forma a mostrar-lhes o perigo e fazê-los entender a sua verdadeira situação diante de Deus. Elas têm várias necessidades espirituais, mas não sabem quais necessidades são essas. Esse homem havia ido além disso, pois ele sim sabia qual era a maior necessidade dele e de seu filho. Continue lendo

O Segredo da Alegria (sermão – Spurgeon)

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Sermão pregado na noite de Quinta-Feira, 2 de Maio de 1872

Por C. H. Spurgeon,

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres

E publicado em 8 de Dezembro de 1910.

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“Tem bom ânimo, filho; estão perdoados os teus pecados”.
Mateus 9:2

NOSSO SENHOR JESUS CRISTO não falou ao paralítico “Tem bom ânimo, os teus membros paralisados vão ser feitos fortes e bons novamente”. Mas antes que Ele tenha curado o homem daquele terrível mal, Ele o ofereceu conforto, pois os pecados dele haviam sido perdoados – como se isso fosse uma razão suficiente para se alegrar mesmo que ele permanecesse paralítico! Se ele fosse carregado para fora da presença de Cristo na sua maca tão desamparado como quando havia sido abaixado pelo teto até o meio daquele local lotado, isso seria uma questão bem secundária comparada com o fato totalmente importante de que seus pecados foram perdoados. De fato, Davi escreveu “Bem-aventurado aquele cuja iniquidade é perdoada, cujo pecado é coberto”, e aquele homem foi abençoado ainda que fosse doente de paralisia, ou sofrendo de todas as doenças, das quais a carne é herdeira! Você lembra, também, como o profeta Isaías escreveu, sob a inspiração do Espírito Santo “Consolai, consolai o meu povo, diz o vosso Deus. Falai ao coração de Jerusalém, bradai-lhe” – O que? Qual deve ser a causa do conforto para a Igreja de Deus? – “que já é findo o tempo da sua milícia, que a sua iniquidade está perdoada”. Jerusalém pode estar em grande tribulação e angústia. Sua terra pode estar pisoteada debaixo dos pés dos invasores. Seus filhos e filhas podem estar desmaiando nas ruas, mas como sua iniquidade foi perdoada, ela tem bom motivo para ter conforto! Para citar outra instância que é um paralelo próximo ao nosso exemplo, nosso Senhor disse à mulher da cidade, a qual era uma pecadora – que lavou Seus pés com lágrimas e os enxugou com os cabelos de sua cabeça, e os beijou, e os ungiu com unguento – “Seus pecados estão perdoados… Vá em paz”. E, verdadeiramente, quando o pecado é perdoado, nós estamos em paz! Continue lendo

O Paracleto (sermão de C.H.Spurgeon)

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Sermão pregado na manhã de Domingo, 6 de outubro de 1872

Por C.H.Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres

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“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco.” – João14:16

 

 

O dom indescritível do Filho de Deus foi seguido pelo dom do Espírito Santo, igualmente inestimável. Não nos é necessário confessar que temos o Espírito Santo em muito menos estima do que deveríamos? Estou certo de que não engrandecemos tanto o Salvador, e que Ele nem sempre é alvo de nossas meditações; mas ao mesmo tempo, damos um lugar muito desproporcional ao Espírito Santo, se comparado ao Redentor. Temo até mesmo que tenhamos ofendido o Espírito por negligenciá-lo. Continue lendo

Oração, um Remédio para a Ansiedade (sermão – Spurgeon)

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Sermão pregado na noite de quinta, 12 de janeiro de 1888,

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres,

e também lido no domingo, 11 de Março de 1894.

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“Não andeis ansiosos por coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus.” Filipenses 4.6,7.

Nós temos a faculdade da previsão; porém, como todas as nossas faculdades, ela foi pervertida e com frequência tem sido objeto de abuso. É bom que um homem tenha uma santa preocupação e preste a devida atenção a cada detalhe de sua vida; porém: Ah! É muito fácil convertê-la em uma preocupação profana e tratar de arrebatar da mão de Deus este ofício da providência que Lhe pertence e não a nós. Quão frequentemente Lutero gostava de falar sobre os pássaros e da maneira como Deus cuidava deles! Quando estava cheio de preocupações, costumava invejá-los constantemente porque levavam uma vida tão livre e feliz. Lutero fala do ‘doutor Gorrión’ e do ‘doutor Zorzal’, e de outros pássaros que costumavam se aproximar e falar com o ‘doutor Lutero’, dizendo-lhe muitas coisas boas. Continue lendo

Grande Perdão para Grande Pecado – Sermão N° 2863 – Charles Spurgeon

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Um sermão para o culto de Vigília pregado por

Charles Haddon Spurgeon

Na noite de 31 de Dezembro de 1876

E publicado na quinta-feira, 24 de Dezembro de 1903

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“E é pelo sangue deste que temos a redenção, a remissão dos pecados, segundo a riqueza da Sua Graça.” Efésios 1:7.

 

Não há quase necessidade de dizer a vocês que Paulo está aqui escrevendo em relação ao Senhor Jesus Cristo. De fato, Cristo era seu tema constante, tanto na pregação quanto na escrita. Tomei conhecimento de ministros que conseguem pregar um sermão sem mencionar do começo ao fim o nome de Jesus. Se alguma vez vocês ouvirem um sermão como esse, cuidem para que nunca mais ouçam outro sermão desse homem! Se um padeiro assasse alguma vez para mim um pão sem nenhuma farinha em sua composição, eu tomaria as providências necessárias para que ele jamais fizesse isso de novo. E digo o mesmo a respeito do homem que prega um Evangelho sem Cristo! Deixe que aqueles que não valorizam suas almas imortais vão e ouçam-no; mas, prezados amigos, sua alma e a minha são por demais preciosas para serem colocadas à mercê de tal pregador. Continue lendo

Nunca! Nunca! Nunca! Nunca! Nunca! – Spurgeon sermão N° 477

N° 477

Sermão pregado na manhã de Domingo, 26 de outubro de 1862

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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Porque Ele disse: Não te desampararei, nem te deixarei.” Hebreus 13:5.

“Ele mesmo disse: Nunca te deixarei nem te desampararei.”

Hebreus 13:5. A Bíblia das Américas

 Em “assim disse Jeová” reside um grande poder. O homem que pode empunhar, mediante a fé, esta espada: “Porque Ele disse”, tem em sua mão uma arma que vence tudo. Existe alguma dúvida que não possa ser eliminada por esta espada de dois gumes? Qual medo não cairá aniquilado com uma ferida mortal proporcionada por esta flecha saída do arco do pacto de Deus? Se podemos nos apoiar no baluarte “porque Ele disse”, acaso as tribulações da vida e as agonias da morte não parecerão apenas leves aflições? E não acontecerá exatamente o mesmo com as corrupções internas e com as tentações externas, com as tribulações que provêm do alto e com as tentações que surgem de baixo? Seja para encontrar deleite em nossa quietude ou para receber fortaleza em nosso conflito, “porque Ele disse” há de ser nosso refúgio cotidiano. Continue lendo

Menosprezar a Cristo – Spurgeon sermão N° 98

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Sermão pregado na noite do Domingo, 17 de Agosto de 1856

Por Charles Haddon Spurgeon

No Exeter Hall, Strand, Londres.

“Eles, porém, não fazendo caso, foram, um para o seu campo, outro para o seu negócio;” Mateus 22:5

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O homem não mudou muito desde os dias de Adão. Em sua estrutura corporal parece ser exatamente o mesmo, pois os esqueletos que possuem muitas centenas de anos correspondem exatamente aos nossos. E verdadeiramente, os feitos do homem realizados há séculos e que ficaram registrados na história, poderiam ser escritos de novo, pois, “nada há de novo debaixo do sol”. Ainda descobre-se a mesma classe de homens (apesar de, talvez, vestidos de maneira diferente) que existiu em idades muito remotas. Ainda existem homens que respondem ao caráter que o Salvador atribuiu a outros em Seu dia: Vão, “um para o seu campo, e outro para o seu negócio”, desprezando as coisas gloriosas do Evangelho. Continue lendo