Arquivos da categoria: sermão

O Grande Pecado de Não Fazer Nada – Sermão C.H.Spurgeon

 

sermao-o-grande-pecado-de-nao-fazer-nadaN°1916

Sermão pregado em uma noite de Quinta-Feira, 5 de Agosto, 1886.

Pregado por C. H. Spurgeon,

No Tabernáculo Metropolitano, Newington.

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“Porém, se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o SENHOR; e sabei que o vosso pecado vos há de achar”.

Números 32:23

Existem muitos queridos amigos engajados em negócios que só conseguem chegar ao Tabernáculo a tempo para a metade do culto e, desta forma, perdem a leitura das Escrituras e a exposição às quais fazem um todo com o sermão. Isto é uma grande perda para eles, mas como não é sua culpa, nós não devemos fazer com que sofram por isso, enquanto podemos remediar o mal. Com esse conceito, deixem-me explicar-lhes que, de acordo com o capítulo que lemos e expomos, os israelitas tinham conquistado a região de propriedade de Ogue, rei de Basã, e Seom, rei dos amorreus. E as tribos de Ruben e Gade, tendo grande quantidade de gado, pensaram que uma região tão rica em pasto seria eminentemente adequada para eles e seus rebanhos. Eles não eram maus peritos, pois a região era especialmente compatível para rebanho de ovelhas. Continue lendo

Liberdade (sermão -J.C.Ryle)

LiberdadeLIBERDADE

Sermão escrito pelo bispo

J.C.Ryle

E publicado em 1883 como 9° capitulo do livro

“A Religião Prática”

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“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente series livres”.

JOÃO 8.36.

 

 

O tema que se encontra diante de nossos olhos merece muitas considerações. Ele deveria soar aos ouvidos dos ingleses e escoceses como a voz de um trompete. Vivemos em uma terra que é o verdadeiro berço da liberdade. No entanto, estamos nós livres? Continue lendo

O Perdão Obtido com Facilidade – Spurgeon

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Um sermão pregado por

CHARLES HADDON SPURGEON

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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“Perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Efésios 4: 32.

 

“E perdoem uns aos outros, como Deus vos perdoou por meio de Cristo.” Efésios 4: 32 Bíblia da América.

Quando os moralistas pagãos desejavam ensinar a virtude, não podiam dar o exemplo dos seus deuses, pois, segundo os seus mitólogos, os deuses eram constituídos por uma mistura de todos os vícios imagináveis e, eu diria, inimagináveis. Muitas divindades clássicas ultrapassaram os piores indivíduos em seus crimes. Eles eram tão grandes na injustiça, como eram supostamente superiores no poder. É um dia fatídico para um povo quando seus deuses são piores do que as pessoas. A pureza abençoada da nossa santa fé é visível não só em seus preceitos, mas no caráter do Deus que revela. Não há nenhuma excelência que poderíamos propor que não vejamos brilhando intensamente no Senhor nosso Deus. Não há nenhuma regra de conduta em que o crente deva se destacar que não possamos identificar em Cristo Jesus, nosso Senhor e Mestre, como sua regra. Nos lugares mais altos da fé cristã há as maiores virtudes, e a Deus nosso Pai e ao Senhor Jesus seja o mais sublime louvor.

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A Perpetuidade do Evangelho (C.H.Spurgeon)

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Sermão pregado no Domingo de 28 de Maio de 1882

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington

 

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O céu e a terra passarão, porém minhas palavras não passarão”. — Lucas 21:33

No Domingo passado preguei sobre a perpetuidade da lei de Deus[1], e baseei meus comentários nas palavras de nosso Senhor: “certamente vos digo que até que passem o céu e a terra, nem sequer um jota nem um til passarão da lei até que tudo tenha se cumprido”.

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“O Que Eu Fiz?” – Um Balanço Espiritual de Fim de Ano (Spurgeon)

Capa O que eu fizNº 169

Sermão pregado na manhã de Domingo, 27 de Dezembro de 1857

por Charles Haddon Spurgeon

No Music Hall, Royal Surrey Gardens, Londres.

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“O que eu fiz?” Jeremias 8:6 [1]

Talvez nenhuma outra figura represente Deus sob uma luz mais agraciada  que essas figuras de linguagem que O mostram se inclinando do Seu trono e descendo do céu para suprir as necessidades e considerar as aflições da humanidade. Temos que amar esse Deus que, quando Sodoma e Gomorra transpiravam iniquidade, não queria destruir essas cidades, ainda que conhecesse suas culpas e suas maldades, pois tinha visitado e transitado durante um tempo por suas ruas. Penso que não podemos evitar derramar nosso coração em afeto por esse Deus, que inclina Seu ouvido desde a glória mais sublime e o põe junto ao lábio do mais fraco indivíduo que expresse um desejo sincero. Como poderíamos resistir ao sentimento de que Ele é um Deus a quem devemos amar, quando sabemos que presta atenção a tudo o que nos diz respeito, que conta os próprios cabelos de nossa cabeça, que pede aos anjos que protejam nossos passos, para que nossos pés não tropecem nas pedras, que sinaliza nosso caminho e ordena nossos caminhos? Continue lendo

O Grandioso Aniversário – C.H.Spurgeon

Capa O Grandioso Aniversário 2N° 1330

Sermão pregado na manhã de Domingo, 24 de Dezembro de 1876

Por Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

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“Mas o anjo lhes disse: Não temam; eis que vos dou novas de grande alegria, que será para todo o povo”. Lucas 2: 10.

Não há nenhuma razão sobre a Terra, fora do costume eclesiástico, para que o dia 25 de Dezembro deva ser considerado o aniversário do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo em detrimento de qualquer outro dia entre primeiro de Janeiro e o último dia de Dezembro; e, sem dúvida, algumas pessoas guardam o Natal como uma reverência muito mais profunda que o dia do Senhor. Ouvirão que se afirma com frequência que “a Bíblia e só a Bíblia é a religião dos protestantes”, mas não é assim. Há protestantes que incorporaram à sua religião muitas coisas mais além da Bíblia, e, entre outras coisas, aceitaram a autoridade daquilo que eles chamam: “Igreja”, e por essa porta tem entrado todo tipo de superstição. Não há nenhuma autoridade de nenhum tipo dada na palavra de Deus para a observância do Natal, e não há nenhuma razão para guardar precisamente este dia, exceto que a seção mais supersticiosa da cristandade estabeleceu como regra que o dia 25 de Dezembro tem de ser observado como o nascimento do Senhor, e a igreja estabelecida por lei neste país[1] se comprometeu a seguir essa mesma prática. Vocês não estão sob obrigação de nenhum tipo de observar esta regulação. Não devemos nenhuma lealdade aos poderes eclesiásticos que estabeleceram um decreto sobre este assunto, pois nós pertencemos a uma igreja antiquada que não se atreve a ditar leis, mas se contenta em obedecê-las. Por outro lado, esse dia não é em nada pior que qualquer outro, e, se vocês decidirem observá-lo, e observá-lo para o Senhor, não duvido que Ele aceitará sua devoção; mas se não o observarem, e não o observarem para o Senhor, por temor de fomentar a superstição e a adoração da vontade, não duvido que serão aceitos em sua inobservância como seriam em sua observância. Contudo, como os pensamentos de uma grande quantidade de cristãos se focarão no nascimento de Cristo nesta época, e como isto não pode ser mau, julguei prudente me valer da corrente que prevalece e navegar sobre esse pensamento. Nossas mentes se unirão à tendência geral e, já que muitas pessoas ao nosso redor seguem costumes alusivos, obtenhamos todo o bem que pudermos da ocasião. Não pode haver nenhuma razão para que não consideremos agora o nascimento de nosso Senhor Jesus, melhor, será útil que o façamos. Vamos fazer de maneira voluntária o que nos recusaríamos a fazer como algo obrigatório: faremos, simplesmente por razões de conveniência, o que não pensaríamos em fazer se nos fosse imposto pela autoridade ou fosse exigido pela superstição. Continue lendo

Um Sermão para o Dia de Natal (C.H.Spurgeon)

Capa Um sermão para o dia de Nataln° 109

Sermão pregado na manhã do Domingo, 21 de Dezembro de 1856.

por Charles Haddon Spurgeon

No Music Hall, Royal Surrey Gardens, Londres.

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“Vai para tua casa, para os teus, e anuncia-lhes quão grandes coisas o Senhor te fez, e como teve misericórdia de ti.” Marcos 5: 19

O caso do homem de quem se fala aqui é verdadeiramente extraordinário: ocupa um lugar entre os feitos memoráveis da vida de Cristo, talvez tão proeminente como qualquer outra coisa que tenha sido registrada por quaisquer dos evangelistas. Este pobre desventurado, possuído por uma legião de espíritos imundos, tinha sido levado a uma condição pior que a loucura. Tinha sua morada nos sepulcros, onde permanecia dia e noite, sendo o terror de todos os que ali passavam. As autoridades tentavam freá-lo, tinham colocado grilhões e correntes, mas nos paroxismos de sua loucura ele havia destroçado as correntes e esmiuçado os grilhões. Haviam tentado reabilitá-lo, mas ninguém podia dominá-lo. Era pior que as bestas selvagens, pois elas podiam ser domadas; mas sua natureza feroz não se submetia. Era uma calamidade para consigo mesmo, pois corria sobre os montes dia e noite, falando e gritando pavorosamente, ferindo-se com pedras afiadas e torturando seu pobre corpo da maneira mais terrível. Continue lendo