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Porque não sou Católico Romano? – Tim Challies

Por Tim Challies 

Na semana passada comecei uma nova série intitulada “Por que eu não sou…” e nesta série estou explorando algumas das coisas que eu não acredito como um meio de explicar o que eu acredito. No último artigo expliquei por que não sou ateu e agora quero explicar por que não sou católico romano. O momento deste artigo não é planejado, mas sim apropriado. Eu publico hoje de Orlando, Flórida onde eu estou apreciando algum tempo no Ministério Ligonier, o ministério fundado há muitos anos pelo Dr. R.C. Sproul. De forma muito importante, a resposta à pergunta “Por que não sou católico romano?” É “R.C. Sproul.” Mas eu estou me adiantando.

Embora meus pais tenham sido salvos no pentecostalismo, eles rapidamente encontraram um lar na tradição presbiteriana e desenvolveram interesses profundos tanto pela história da igreja como pela teologia reformada. Na história da igreja, eles encontraram a longa saga da batalha de Roma contra protestantes e pré-protestantes, enquanto na teologia eles encontraram sua distorção do evangelho. Desde os meus primórdios fui ensinado que o catolicismo é uma perversão perigosa da verdade bíblica e aprendi o tradicional entendimento protestante de que seu pontífice é o anticristo, o grande oponente do povo de Deus.

Quando entrei na idade adulta, senti um crescente desejo de examinar as crenças que eu sempre havia assumido para ver se eu realmente me sustentava independentemente de meus pais. Procurei recursos que pudessem me guiar e logo encontrei os trabalhos de R.C. Sproul que tinha sido escrito em grande parte em resposta tanto a evangélicos quanto católicos. Sproul tinha determinado que ele permitiria que a Igreja falasse por si mesma através de seu catecismo e declarações oficiais e que ele iria avaliá-las através das Escrituras. Mostrou uma compreensão profunda e respeitosa do catolicismo e construiu um caso convincente no qual expôs os problemas mais sérios dele. Livros de James White complementaram os de Sproul e sob sua orientação cheguei a ver que a doutrina católica realmente se opõe à Escritura e ao evangelho. Minhas convicções sobre os erros e perigos do catolicismo mudaram um pouco – fiquei muito menos convencido sobre a conexão entre papa e anticristo, por exemplo , mas no geral foram afiados e aprofundados. Concluí que, por várias razões, nunca poderia ser católico romano. Os mais proeminentes entre eles são estes três:

Eu não sou católico romano porque Roma nega o evangelho. Roma tem um evangelho, mas não O evangelho e, na realidade, seu evangelho amaldiçoa, não salva, porque nega explicitamente que a justificação vem pela graça somente pela fé somente em Cristo. Roma compreende com precisão a posição protestante e a anatematiza sem remorso. À obra de Cristo acrescenta a obra de Maria. À intercessão do Salvador acrescenta a intercessão dos santos. À autoridade da Bíblia acrescenta a autoridade da tradição. Ao dom gratuito da salvação acrescenta a necessidade do esforço humano. No lugar da obra acabada de Cristo na cruz, exige o contínuo sacrifício da missa. No lugar da imputação permanente da justiça de Cristo, substitui a infusão temporária de obras de justiça. De tantas maneiras diferentes, nega explicitamente e sem desculpas a verdade e promove o erro. O evangelho católico é um falso evangelho.

Eu não sou católico porque Roma não é a igreja. Roma afirma traçar sua linhagem em uma linha ininterrupta que estende todo o caminho de volta para o apóstolo Pedro, a quem Cristo disse, “Sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mateus 16:18). Dessa forma ela diz que ela é a igreja com o poder e a autoridade para exigir fidelidade e prende a consciência de cada cristão. Eu não reconheço essa linhagem e, portanto, não reconheço tal autoridade. Suas alegações são improváveis ​​e representam uma distorção das afirmações da Bíblia sobre a igreja de Cristo. Para ser católico, primeiro teria ajoelhar-me ao papa como sucessor de Pedro e reconhecer a Igreja como a continuação do que Cristo começou por meio de seus discípulos. Eu não posso, porque a Igreja Católica Romana é uma falsa igreja.

Eu não sou católico porque o culto católico é idólatra. Os protestantes geralmente acusam o catolicismo por promover adoração a Maria ou aos santos. Sob a tutela de R.C. Sproul eu entendi que essa acusação requer nuances e é, até certo ponto, uma questão de definir palavras como “venerar”. E, no entanto, há inegavelmente uma semente do que devo reconhecer como idolatria. Isto foi afirmado durante uma viagem recente à Europa, onde na Alemanha e na Áustria visitei as catedrais católicas e vi a veneração de ossos, relíquias e ícones, e onde vi a Igreja defendendo e promovendo orações a Maria e aos santos. Aqui estava o catolicismo em plena flor e era tão alarmante quanto trágico. Eu vi pessoas que não conheciam a alegria da liberdade do evangelho desesperadamente estendendo sua adoração a, ou através de, Maria e os santos. Eles fizeram tudo sob a orientação de sua Igreja. Em muitas de suas formas, o culto católico romano é idólatra.

Alegremente afirmo, é claro, que existem verdadeiros crentes dentro do catolicismo e que o que é verdade da doutrina oficial de Roma não é necessariamente verdade para todos os seus adeptos. No entanto, a salvação destes irmãos e irmãs veio apesar dos ensinamentos da igreja, não através deles. Aprecio o ponto que Leonardo De Chirico destaca aqui:

No que se refere à Igreja Católica em sua configuração doutrinal e institucional, não pode necessariamente ser estendido a todos os católicos como indivíduos. A graça de Deus está em ação em homens e mulheres que, apesar de se considerarem católicos, confiam-se exclusivamente ao Senhor, cultivam um relacionamento pessoal com Ele, lêem a Bíblia e vivem como cristãos. Essas pessoas, no entanto, devem ser encorajadas a refletir sobre se sua fé é compatível ou não com eles pertencerem à Igreja Católica. Além disso, eles devem ser ajudados a pensar criticamente sobre o que resta de seu passado católico à luz do ensino bíblico.

Eu não sou católico romano. Eu não sou católico romano porque fui criado para entender que a doutrina católica é oposta à Escritura. Mas ainda mais, eu não sou católico romano porque através de meus próprios exames eu vim a ver que ela nega o evangelho da graça livre, que ela reivindica autoridade que não é sua própria, e que ela promove a adoração que prejudica o culto que todos devemos exclusivamente ao nosso Deus.

 

Tradução: Douglas Moura
FONTE: https://www.challies.com/articles/why-i-am-not-roman-catholic?

Não use a soberania de Deus como uma desculpa para não ir a Cristo – Washer

Paul Washer

original aqui 
 
Existe um extremo que é muito perigoso; e porque esse extremos está repleto de verdade, lhe dirá isso: “Os homens nascem radicalmente depravados. O homens não podem vir a Deus a menos que Deus os traga” e “Só somos salvos por graça, e isso é um trabalho sobrenatural de regeneração no coração do homem” E tudo isso é verdade, e é o que a Bíblia nos ensina.
 
Porem, depois que a Bíblia o ensina, ela olha para todo o mundo e diz “agora, arrependam-se e creiam no evangelho”. Paulo diz que Deus “manda que toda agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam” (Atos 17:30) e muitos de vocês estão usando a soberania de Deus como desculpa para seus próprios pecados.
 
Escutam as pregações, escutam a um pregador como eu gritar: “Não sigam em perdição, não sigam para a destruição, arrependam-se e creiam” e se sentam com os braços cruzados, e falam “Esse pregador não sabe nada, não sabe que eu sou tão depravado, não sabe que eu não posso fazer nada, eu não posso fazer nada a menos que Deus o faça por mim” Existe algo certo nisso, porem, está torcendo a verdade. Existe um mistério na salvação; há coisas grandiosas na salvação que não entendemos, existe muito mais que os 5 pontos do calvinismo; devemos fazer o que a Bíblia diz, e a Bíblia diz que, como pregadores, devemos ordenar que as pessoas que arrependam-se e creiam, e a Bíblia ordena a ti essa noite que se arrependa e creia, Lhe manda que busque a Deus, e manda que vocês busquem a ele em oração e O invoquem.
 
Existe uma verdade, todos os homens são salvos pelo poder de Deus, mas também existe uma verdade, que todos aqueles dentre vocês que irão ao inferno, irão por rejeitar arrependerem crer. Jesus Cristo morreu, Ele pagou pelos pecado de multidões de pessoas. Quando uma pessoa sem Deus, na qual não existe nenhum trabalho do Espírito, ouve isso, e odeia isso – quando nessa noite lhes falo que Cristo morreu pelos pecados – isso te faz sentir ódio por Deus? Se diz “sim”, não há esperança para você, pelo menos não por hoje. Porem, se diz “não, meu coração não sente ódio por isso, e eu gostaria de ser salvo”, então, vem a Ele. Se diz ” quero estar entre esse numero de pessoas que Deus elegeu“, então venha a Ele.
 
Você diz “Não posso livrar-me de meu pecado por mim mesmo, mas não quero estar nessa condição, quero ser livre” então, vem a Cristo. Ninguém que tenha desejado ser salvo não foi salvo. Se tem sede, venha e beba; se reconhece que tem fome, venha e coma. Se existe algo em ti que deseje salvação, que deseje ser limpo, então, venha a Jesus, e não use a soberania de Deus como uma desculpa para não vir. A soberania de Deus é um descanso para alma pobre que sabe que nada pode, mas não a use como pretexto. Venha a Cristo
 
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tradução: Armando Marcos

Arrependimento – J.C.Ryle

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Sermão escrito por

J.C.Ryle

E publicado no livro “Caminhos Antigos” em 1878

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“Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis.” – Lc. 13.3.[1]

O texto que inicia esta página, à primeira vista, parece severo e grave: “Se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis.” Eu posso imaginar alguém dizendo: “Isto é o Evangelho?” “São estas as boas novas? São estas as boas notícias de que os ministros falam”? “Duro é este discurso; quem o pode ouvir”? (João 6.60.[2])

Mas de quais lábios vêm essas palavras? Elas vieram dos lábios de Alguém que nos ama com um amor que excede todo entendimento, o próprio Jesus Cristo, o Filho de Deus. Elas foram ditas por Aquele que tanto nos amou que deixou o céu por nossa causa, desceu à terra por nossa causa, viveu uma vida humilde e pobre por trinta e três anos sobre a terra por nossa causa, foi para a cruz por nós, foi para a sepultura por nós e morreu pelos nossos pecados. As palavras que vêm de lábios como estes, certamente devem ser palavras de amor.

E, afinal, que maior prova de amor pode ser dada do que avisar um amigo acerca de um perigo iminente? O pai que vê seu filho cambaleante em direção à beira de um precipício e, conforme o vê, grita bruscamente, “Pare, pare!”, este pai não ama a seu filho? A mãe carinhosa que vê seu filho a ponto de comer uma fruta venenosa e grita bruscamente, “Pare, pare! Largue isso!”, essa mãe não ama essa criança? É a indiferença que deixa as pessoas em paz e permite-lhes continuar a caminhar à sua própria maneira. É o amor, amor carinhoso, que adverte e levanta o grito de alarme. O grito de “Fogo, fogo!” à meia-noite às vezes pode assustar um homem e acordá-lo de seu sono de maneira rude, dura e desagradável. Mas quem iria reclamar se aquele grito fosse o meio de salvar sua vida? As palavras, “Se não vos arrependerdes, todos igualmente perecereis“, podem parecer, à primeira vista, severas e graves. Mas são palavras de amor e podem ser o meio de livrar almas preciosas do inferno. Continue lendo

Sua Igreja tem fantasmas? – Artigo

Ghost statues by artist Jakub Hadrava are placed at the St. George's church near Plzen on November 16, 2014 in Lukova, Czech Republic. Artist Jakub Hadrava created 32 plaster life-size ghost statues, which symbolize Sudeten Germans who lived in the village. St. George's church, which was build in the north-western Bohemian region of the Czech Republic in 1352, fell into disrepair after the roof collapsed during a funeral service in 1968. Hadrava's aim is to make the church more attractive for visitors and to gain money for renovation work. According to voluntary church manager Petr Koukl, about 2500 people from around the world have been visiting the church this year. (Matej Divizna/Getty Images)

por Rev, Ronaldo Vasconcelos

pastor na Igreja Presbiteriana de Santa Maria, Rio Grande do Sul

As igrejas estão cheias de fantasmas!

Mas calma, você não precisa sair correndo, essa não é uma história de terror, apesar de ter um certo drama. Quando falo de “fantasmas” não estou falando daquele que você tem em mente, mas de um outro tipo, menos reconhecível, porém mais presente. São aquelas pessoas que estão ausentes, que parecem ter “morrido” na comunhão da igreja, mas que são tratadas como fantasmas, porque não estão ali, mas todo mundo finge que está.

Vou ser mais claro para os que ainda estão franzindo a testa. As igrejas estão cheias de pessoas ausentes dos cultos, das programações e da vida da igreja, e mesmo assim, ninguém sente a falta delas, ninguém vai atrás delas, a igreja vive como se elas estivessem ali, mas não estão. E enquanto a igreja finge que está tudo bem estas pessoas estão sofrendo, sentindo-se abandonadas e rejeitadas. Muitas estão aprisionadas por causa de pecados, outras porque foram feridas e, ao não seguirem o mandamento de Jesus em Mateus 18.15, cultivam rancor, ira e uma miríade de pensamentos que trazem ainda mais dor ao ferimento.

O que a igreja pode fazer?

A resposta é fácil, mas a ação costuma levar mais tempo. É necessário que a igreja seja de fato um ambiente de amor, perdão e manifestação viva da graça. Para isso é imprescindível que cada membro se percebe como responsável em criar esse ambiente. O pastor, como líder do rebanho, tem a função de estimular e exortar sobre este assunto, porém, ainda que ele visite e vá atrás de todos estes fantasmas, se os membros não fizerem o mesmo o efeito não sairá como esperado. Deixar tudo nas mãos do pastor ou de algum outro oficial é como contratar alguém para comer por você, aquela pessoa que está exercendo amor é nutrida na comunhão, mas você continua desnutrido.

Os fantasmas estão ai, do seu lado, basta vê-los. Quantos você pode lembrar agora, enquanto ler este texto, que eram atuantes membros juntos com você na igreja, mas hoje pouco aparecem, ou mesmo não aparecem mais. O que aconteceu? Será que ele precisa de alguma coisa? Vá atrás agora mesmo. Motive outros a fazer o mesmo. Não vá simplesmente ao pastor, como se você esperasse sempre dele esta preocupação, faça você mesmo. Seja um ativo manifestante da graça e do amor de Deus. Encoraje o irmão que está em dificuldade, e assim, quando você estiver fraquejando outros também farão o mesmo. Um ambiente de amor é um lindo círculo virtuoso, onde todos se beneficiam, e todos podem, a seu devido tempo, edificar e encorajar uns aos outros.

E se você for um destes fantasmas? Não espere para voltar à comunhão da igreja. É lá que você terá a vida circulando em suas veias espirituais. Não dá para ser cristão sozinho, precisamos uns dos outros.

Se você foi ferido por alguém, siga Mateus 18.15-17.

Se você está em pecado, lembre-se Deus concede perdão a todo aquele que se achega a Ele em confissão e contrição (I Jo 1.9).

Se você não tem se sentido parte do corpo, ou percebe-se como alguém rejeitado, não desista. Procure a liderança da igreja, talvez você seja a pessoa que Deus está levantando para reanimar o corpo desacordado pela falta de amor, e através de você Deus pode operar um verdadeiro milagre da comunhão.

Que Deus nos faça ótimos caçadores de fantasmas para sua glória num ambiente de encorajamento mútuo e amor profundo. E que o Espírito Santo alcance os corações daqueles que estão longe e precisam tanto da vida através da comunhão da Igreja.

De Calvino ao Cardeal Sadoleto – Uma defesa da Reforma

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DE CALVINO AO CARDEAL SADOLETO – Uma defesa da Reforma

 

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APRESENTAÇÃO 

Por John Piper

 

Em 1538, o cardeal italiano Sadoleto escreveu aos líderes de Genebra tentando reconquistá-los novamente para a Igreja Católica Romana, depois de terem se voltado aos ensinamentos reformados[1]. Ele começou sua carta com um longo parágrafo conciliatório sobre a preciosidade da vida eterna, antes de começar com suas acusações contra a Reforma. Calvino escreveu a resposta a Sadoleto em seis dias no outono de 1539. Foi uma das suas primeiras obras, que espalhou seu nome como reformador por toda a Europa. Lutero a leu e disse: “Eis aqui uma obra que possui mãos e pés. Alegro-me em saber que Deus levanta homens como este”.

A resposta de Calvino a Sadoleto é importante, pois revela a raiz da disputa de Calvino com Roma, que definiria toda a sua vida. O assunto prioritário não era algum dos pontos característicos e bem conhecidos da Reforma: justificação, abuso sacerdotal, transubstanciação, oração aos santos e autoridade papal; todos esses itens eram discutidos em seus devidos lugares. Mas, sob todos estes, o assunto fundamental para João Calvino, desde o começo até o fim da sua vida, era a centralidade, a supremacia e a majestade da glória de Deus.[2]

[1] A carta está como anexo após o texto de Calvino

[2] FONTE: http://www.josemarbessa.com/2010/10/calvino-e-o-zelo-de-expor-gloria-de.html

 

Fé Fraca Suplicando a um Forte Salvador (Spurgeon)

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Sermão pregado na noite de Domingo, 19 de Março de 1876.

Por C. H. Spurgeon,

no Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres.

Publicado em 28 de Abril de 1904.

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“E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio Senhor! Ajuda a minha incredulidade.”
Marcos 9:24

Este é um caso de um homem que sabia muito bem o que queria e que estava cheio de aflição para obter o que pedia. De fato, ele estava tão aflito para obter isto que orou com a maior seriedade e insistência. Ele orou para a Pessoa certa, pois, depois que os discípulos falharam, ele recorreu ao próprio Mestre deles. Ainda assim, apesar de tudo isso, no momento abordado no nosso texto, o homem de nossa passagem não tinha obtido a bênção que procurava.

Nós provavelmente conhecemos pessoas que ainda não foram despertadas para um senso da sua necessidade – e muito trabalho deve ser feito pelo fiel ministro, de forma a mostrar-lhes o perigo e fazê-los entender a sua verdadeira situação diante de Deus. Elas têm várias necessidades espirituais, mas não sabem quais necessidades são essas. Esse homem havia ido além disso, pois ele sim sabia qual era a maior necessidade dele e de seu filho. Continue lendo

O Grande Pecado de Não Fazer Nada – Sermão C.H.Spurgeon

 

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Sermão pregado em uma noite de Quinta-Feira, 5 de Agosto, 1886.

Pregado por C. H. Spurgeon,

No Tabernáculo Metropolitano, Newington.

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“Porém, se não fizerdes assim, eis que pecastes contra o SENHOR; e sabei que o vosso pecado vos há de achar”.

Números 32:23

Existem muitos queridos amigos engajados em negócios que só conseguem chegar ao Tabernáculo a tempo para a metade do culto e, desta forma, perdem a leitura das Escrituras e a exposição às quais fazem um todo com o sermão. Isto é uma grande perda para eles, mas como não é sua culpa, nós não devemos fazer com que sofram por isso, enquanto podemos remediar o mal. Com esse conceito, deixem-me explicar-lhes que, de acordo com o capítulo que lemos e expomos, os israelitas tinham conquistado a região de propriedade de Ogue, rei de Basã, e Seom, rei dos amorreus. E as tribos de Ruben e Gade, tendo grande quantidade de gado, pensaram que uma região tão rica em pasto seria eminentemente adequada para eles e seus rebanhos. Eles não eram maus peritos, pois a região era especialmente compatível para rebanho de ovelhas. Continue lendo

Sua Posição em Cristo (Curso “Discípulos do Rei” – Bispo Josep Rossello)

541694_561885833839343_1959314824_n (3)CONFIRA o quinto estudo bíblico do curso 1 “Discípulos do Rei” escrito pelo Bispo Josep Rosselló, Bispo da Igreja Anglicana Reformada do Brasil, usado no grupo “Caminho de Emaús” em Taubaté, São Paulo, e divulgado com EXCLUSIVIDADE pelo Projeto Castelo Forte no nosso site.

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CONFIRA OS ESTUDOS ANTERIORES 

Liberdade (sermão -J.C.Ryle)

LiberdadeLIBERDADE

Sermão escrito pelo bispo

J.C.Ryle

E publicado em 1883 como 9° capitulo do livro

“A Religião Prática”

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“Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente series livres”.

JOÃO 8.36.

 

 

O tema que se encontra diante de nossos olhos merece muitas considerações. Ele deveria soar aos ouvidos dos ingleses e escoceses como a voz de um trompete. Vivemos em uma terra que é o verdadeiro berço da liberdade. No entanto, estamos nós livres? Continue lendo