Arquivo mensais:setembro 2014

A Dupla Natureza e o Duelo Interior – Spurgeon

capa 2A Dupla Natureza e o Duelo Interior

Sermão pregado por

Charles Haddon Spurgeon

No Tabernáculo Metropolitano, Newington, Londres

Sem data

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“Mas vejo nos meus membros outra lei, que batalha contra a lei do meu entendimento, e me prende debaixo da lei do pecado que está nos meus membros.” Romanos 7:23

Pergunto-me se há alguém que entenda a si mesmo, mesmo que eu esteja completamente seguro que nenhum cristão pode fazê-lo. Em mais de um sentido “Grande é o mistério da piedade“. O crente é um grande enigma para os que o observam: “ele não é julgado por ninguém.” É igualmente um enigma para si mesmo. Não é surpreendente a frequência com que aparecem livros como “Paradoxos Ortodoxos” de Venning, e o “Enigma do Crente” do bom Ralph Erskine, pois se poderiam elaborar mil enigmas sobre o cristão, já que ele é um paradoxo do princípio ao fim. Assim como Platão insistia em dizer que cada indivíduo era duas pessoas, assim podemos dizer enfaticamente sobre cada cristão que ele é dois homens em um só. Com frequência, para ele mesmo, o homem mau em seu interior parece prevalecer, mas, apesar disso, pela graça de Deus não pode conseguir isso jamais, pois a vitória definitiva pertence à nova vida espiritual do cristão. Em cada cristão se adverte o que foi visto na sulamita em Cantares, “algo como a reunião dos acampamentos.” O cristão nem sempre sabe disso quando começa sua nova vida. Quando começa, sabe que é um pecador e que Jesus é seu Salvador, mas conforme ele avança, descobre que é mais pecador do que pensava.   Continue lendo

Os Usos da Lei – Spurgeon

capa 2n° 128

Sermão pregado no Domingo de 19 de Abril de 1857

por Charles Haddon Spurgeon

No Music Hall, Royal Surrey Gardens, Londres.

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“Então, para que serve a lei?” — Gálatas 3:19

O Apóstolo Paulo, mediante um argumento poderoso e altamente engenhoso, demonstrou que a lei não foi estabelecida por Deus para a justificação e salvação do homem. Ele declara que Deus fez um pacto de graça com Abraão muito antes de a lei ser dada no Monte Sinai; que Abraão não esteve presente no Monte Sinai, e que, portanto, não pode fazer alteração alguma ao pacto feito ali por alguma sugestão sua; que, além disso, não foi pedido o consentimento de Abraão para alguma alteração do pacto, e sem sua aprovação o pacto não poderia ter sido mudado legalmente; e, também, que o pacto permanece firme e irrevogável, visto que foi feito à semente de Abraão, como sendo ao próprio Abraão. “Isto, pois, digo: Sobre o pacto previamente ratificado por Deus para com Cristo, a lei que veio quatrocentos e trinta anos depois, não o pode ab-rogar, para invalidar a promessa. Porque se a herança provém da lei, já não decorre da promessa; mas Deus a concedeu a Abraão mediante a promessa.” Continue lendo

Uma Exortação aos Pecadores (Spurgeon)

Exortação aos pecadores-castelo-forteN° 219

Sermão pregado na noite de Domingo, 14 de Setembro, 1856.

Por Charles Haddon Spurgeon

Em Exeter Hall, Strand, Londres.

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“Este recebe pecadores” (Lucas 15.2)

Quando essas palavras foram ditas, o grupo que havia se reunido junto ao Salvador era muito singular, pois o evangelista nos informa que: “aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir”. Os publicanos formavam a pior categoria da sociedade, e eram os opressores públicos, menosprezados e odiados pelos judeus mais insignificantes. E precisamente eles, juntamente com os mais perversos, a escória das ruas e o desperdício da sociedade de Jerusalém, rodeavam a este poderoso pregador, Jesus Cristo, para escutar Suas palavras. Afastados um pouco da multidão, encontravam-se uns cidadãos um tanto respeitáveis, que naqueles dias eram chamados fariseus e escribas: homens sumamente estimados como autoridades, dirigentes e mestres nas sinagogas. Eles viam com desprezo o Pregador, e o vigiavam com olhares invejosos para O surpreender em algum erro. Se não podiam encontrar Nele algum erro, facilmente podiam encontrar em Sua congregação; Sua relação com eles escandalizava aquele falso conceito de decência, e quando observavam que Ele era afável com os indivíduos mais depravados, que falava palavras amorosas às pessoas mais caídas da humanidade, falavam Dele como querendo desonrá-lo, embora resultasse em algo extremamente honroso: “Este homem recebe pecadores”.

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